domingo, 28 de outubro de 2012

LEVANDO TODA A NOSSA ANSIEDADE


 

           Introdução.

           Acreditamos que poderemos controlar as coisas quando nos preocupamos com elas, ou temos essa pretensão. Foi Jesus que afirmou: “Portanto, não fiquem preocupados...”.

           Este texto traz algumas questões interessantes nas quais precisamos nos deter de forma pessoal:

  • O que Jesus me ensina sobre a capacidade de resolver meus problemas quando estou dominado pela ansiedade?
  • Como a fé pode ajudar-me a vencer a ansiedade?
  • Segundo Jesus, como devo organizar as prioridades de minha vida a fim de vencer ou evitar a ansiedade?
  • Que devo fazer quando as coisas saem do meu controle?

 

           Como lidar com a ansiedade?

 

           Relaxe.

           De todas as reações humanas, preocupar-se com situações insolúveis é a menos produtiva. Ter preocupações e cuidados não é incomum. Há um lugar especialmente reservado para aqueles cujas vidas são livres de preocupações. Chama-se cemitério. A preocupação tem sido comparada a uma cadeira de balanço. Saímos do lugar sem ir a parte alguma. O salmista aconselha: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará” (Sl 37:5). Paulo diz: “Não andeis ansiosos de cousa alguma...” Fil. 4:6).

 

           Cuide melhor do seu corpo.

           Quanto mais saudável for o corpo, maior será sua capacidade de lidar com os problemas sem se deixar abater por eles.

           Uma forma rápida de destruir a saúde é viver com foco naquilo que ainda não conseguiu. “A esperança que se adia faz adoecer o coração, mas o desejo cumprido é árvore de vida” (Pv 13:12).

 

           Seja confiante.

           A maior parte dos nossos temores nunca acontece. Nesse caso, a Bíblia nos diz: “Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois Ele cuida de vocês” (1Pe 5:7, NTLH).

 

           Mantenha honestidade emocional.

           Reconhecer que está ansioso é o primeiro passo para vencer o problema. “Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós” (1Pe 5:7).

 

           Deixe seus problemas fora do seu quarto.

           Problemas são péssimos companheiros para o sono. Por isso, confiante, o salmista podia dizer: “Deito-me e pego no sono; acordo, porque o Senhor me sustenta” (Sl 3:5), ou então: “Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor, só tu me fazes repousar seguro” (Sl 4:8). Isso que é confiar em Deus!

 

           Concentre-se no que se passa hoje em sua vida.

           Reza um velho adágio popular, um ditado: Águas passadas não movem moinhos           Diferente das demais coisas, o tempo perdido é irrecuperável. O tempo que passou só servirá para lembranças de oportunidades aproveitadas ou perdidas, mas jamais para o seu reaproveitamento. Moral da história: não se recupera tempo perdido. É impossível.

           Por outro lado, o futuro ainda não existe. Ele virá, mas ainda não nos está disponível para vivermos. O presente é o único espaço de tempo ao nosso alcance para aprimorarmos nosso caráter.

           Viva cada momento como se fosse o último, o dia de hoje como se Jesus voltasse amanhã, viva intensamente, mas viva com responsabilidade (Eclesiastes 11:9; 9:9).

           “Não faça nada que você não gostaria de estar fazendo quando Jesus voltar. Não vá a nenhum lugar em que você não gostaria de ser encontrado quando Jesus voltar. Não fale nada que você não gostaria de estar falando quando Jesus voltar.”  

           Assuma a atitude do apóstolo Paulo: “Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3:13, 14).

 

           Procure motivação para a mudança.

           Use as situações probantes como ocasiões para realizar mudanças. Diante das crises, você encontrará oportunidades para realizar ou aprender algo novo. “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2).

 

           Use só os recursos internos para a mudança.

           Muitas pessoas ficam ansiosas porque confiam em elementos externos como única possibilidade de resolver seus problemas. Vivem pensando nas coisas que poderiam ter para suprir suas necessidades.

           Toda vez que tiver que lidar com uma mudança, em lugar de esperar em algo que não tem, busque em Deus e nas mudanças de sua própria atitude a possibilidade de manter o equilíbrio no presente. “Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade” (Fp 2:13).

 

           Conclusão.

           “Não devemos permitir que o futuro, com seus difíceis problemas, suas não satisfatórias perspectivas, façam nosso coração desfalecer, tremer-nos os joelhos, pender-nos as mãos. ‘Que se apodere da Minha força’, diz o Poderoso, ‘e faça paz comigo; sim, que faça paz comigo’ (Is 27:5). Os que submetem a vida à Sua direção e a Seu serviço, jamais se verão colocados numa posição para a qual Ele não haja tomado providências.

           »  Seja qual for nossa situação, se somos cumpridores de Sua Palavra, temos um Guia a nos dirigir no caminho;

           »  Seja qual for nossa perplexidade, temos um seguro Conselheiro;

           » Seja qual for nossa tristeza, perda ou solidão, possuímos um Amigo cheio de compassivo interesse” (A Ciência do Bom Viver, p. 248, 249).

           Ainda assim, se persistir algum resquício de ansiedade, o conselho bíblico é claríssimo e não nos deixa escolha: Deixem com Ele todas as suas preocupações e cuidados, pois Ele está sempre pensando em vocês e vigiando tudo o que se relaciona com vocês (I Pe 5:7 BV).

           Confie em mais esta promessa. É o meu desejo e a minha oração. Amém!!!

 

 

 

         

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

VENCEDORES


 

           Um rei recebeu de presente dois pequenos falcões e entregou-os ao mestre para que os adestrasse.

           Passados alguns meses, o mestre informou ao rei que um dos falcões estava pronto, mas não sabia o que estava acontecendo com o outro, não tinha se mexido do galho onde o havia deixado desde o dia em que chegou. O rei então encarregou a missão a membros da corte, mas nada aconteceu.

           No dia seguinte, pela janela, o monarca pôde observar que a ave continuava imóvel. Então, decidiu comunicar ao seu povo que ofereceria uma recompensa à pessoa que fizesse o falcão voar.

           Na manhã seguinte, viu o falcão voando agilmente pelos jardins. O rei disse: traz-me o autor deste milagre. Rapidamente lhe apresentaram um camponês.

           O rei perguntou-lhe: Você fez o falcão voar?Como você fez? Você é mago? – Intimidado, o camponês disse ao rei: Foi fácil, meu rei, só cortei o galho e o falcão voou, percebeu que tinha asas e lançou-se a voar.

           Você sabe que você também tem asas? Sabe que você pode voar? Ao que você está agarrado? Do que você não se pode soltar? O que está esperando para voar?

           Você não pode descobrir novos horizontes a menos que tenhas a coragem de voar. Vivemos em uma zona de comodidade, onde nos movemos e cremos que essa é a única que existe.

           Dentro dessa zona, está tudo o que sabemos, e tudo em que cremos. Vivem nossos valores, nossos medos e nossas limitações. Nesta zona reina nosso passado e nossa história. Todo o conhecido, cotidiano, é fácil. Em nossa zona de conforto e de forma geral cremos que é nosso único lugar e modo de viver.

           Temos sonhos, queremos resultados, buscamos oportunidades, mas nem sempre estamos dispostos a correr riscos, nem sempre estamos dispostos a traçar caminhos difíceis. Conformamo-nos com o que temos, cremos que é o único possível e aprendemos a viver resignados.




 

 


          
Fonte:  http://www.ministeriobullon.com

 

 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

ERAM TRÊS, AGORA SÃO CINCO!


 

            Sempre fomos ensinados que Deus responde nossas orações de três maneiras distintas: sim, não e espere um pouco. Meu coração constantemente é aquecido  pelo que afirma a pena inspirada: “A fervorosa oração de almas contritas será acolhida pelo trono, e Deus atenderá a essas súplicas ao tempo por Ele designado, uma vez que nos apeguemos a Seu braço pela fé” (Ellen G. White, TS, pág. 426, vol.2).

           Vejamos o desdobramento em cinco modos desta importante verdade, encontrado em um artigo intitulado: Cinco Maneiras de Deus Responder Orações.

 

 

 

CINCO MANEIRAS DE DEUS RESPONDER ORAÇÕES

 

           Introdução.

           Qualquer que seja a resposta, ela vem sempre visando o melhor para você.

           Ao longo dos anos descobri nas Escrituras, e pela experiência, que Deus ama responder as orações. Aqui estão cinco de suas respostas mais freqüentes:

           Não, eu te amo demais
           O Deus do universo não é obrigado a dizer ‘sim’ para todas as orações. Isto é ótimo, levando em consideração algumas coisas que pedimos.
           Às vezes Deus diz ‘não’ para os pedidos mais profundos em nosso coração. Você já descobriu esta verdade em sua vida? Eu já descobri. Quando minha amiga Diane começou a perder sua audição. Quando minha sogra ficou enferma. Quando meu sobrinho contraiu Aids.
           Eu seria conhecido como Luis Palau Júnior, se não fosse o fato de Deus ter dito ‘não’ para uma das minhas mais recorrentes orações. Após meu décimo aniversário, meu pai, Luis Palau teve uma broncopneumonia e morreu dez dias depois. A morte se tornou para mim a mais inegável realidade. Tudo pode ser discutido e pensado, mas a morte está aí, encarando a todos nós, face a face. Ela acontece, até para as pessoas mais abençoadas. Não importa o quanto oramos. Por quê? Porque ainda vivemos em um mundo caído.
           Lembro-me disso repetidamente desde 11 de setembro de 2001, dia dos ataques terroristas nos EUA. Milhares de vidas foram salvas naquele dia. Mas Deus disse ‘não’ para as orações de milhares de outras vidas. Algum bem virá da morte destes? Eu creio que sim.
           Sem dúvida, a morte de meu pai teve mais impacto no meu ministério do que qualquer outra coisa em minha vida inteira, além da minha conversão a Jesus Cristo. Meu desejo é que as pessoas se acertem com Deus, compreendam a grande questão e que, como o meu pai, morram cientes de que estarão com Jesus, de “estar com Cristo, pois é muito melhor” (Filipenses 1.23).
           Isto significa que não devemos orar? Não. Significa o oposto. Ao longo dos anos, viajando pelo mundo, descobri outras quatro formas de Deus responder as orações. Acredite: ele gosta de dizer “sim!”

 

           Sim, mas você precisará esperar
           Respostas imediatas às orações? É isto que você quer, é isto que eu quero. Mas Deus não trabalha sempre desta maneira. E para que o melhor ocorra, precisamos ser pacientes. Em alguns casos, precisamos esperar até que o relógio sinalize meia-noite, para que sua resposta chegue.
           Phil Callaway não sabia o que responder ao ser questionado por seus filhos “se a mamãe iria morrer”. Sua esposa Ramona sofria com grave enfermidade.
Centenas de amigos e parentes oraram, mas o peso de Ramona eventualmente chegara a 40 kg. Médicos especialistas tentaram de tudo, mas no outono de 1996 ela tinha crises diariamente, muitas vezes a cada hora.
           Phil quase nunca deixou de ficar ao lado de Ramona. Ele não sabia se ela chegaria a completar 30 anos. Certa tarde, quando já não era possível enxergar qualquer vestígio de esperança, Phil caminhou até o quintal, ajoelhou-se e clamou: “Deus! Não agüento mais. Por favor, faça algo!”. De repente, o nome de um médico lhe veio à mente.           Phil ligou para este médico, que examinou Ramona na manhã seguinte e deu o diagnóstico de uma rara deficiência química. Dentro de uma semana, as crises de Ramona terminaram. Seus olhos brilhavam novamente. O milagre foi tão incrível que Phil afirmou: “Deus devolveu minha esposa!”.
           “Peçam e lhes será dado; busquem e encontrarão; batam e a porta lhes será aberta” (Mateus 7.7).

           Sim, mas não exatamente o que você espera
           Você já pediu a Deus que o usasse? Se já o fez, espere o inesperado.
          O jogador Sherman Smith, da Liga Nacional de Futebol, é conhecido como o “Tanque Sherman”; tem 1,90m e pesa 102 kg de músculos sólidos em sua maioria. Sua reputação na defesa aumentou seu status de celebridade, enquanto jogava para o Seattle Seahawks. No entanto, sem qualquer aviso, o Seahawks vendeu o passe de seu jogador mais popular para o San Diego Chargers. Da noite para o dia tudo mudou para o jogador, cuja fé era tão sólida quanto seus músculos. Em poucas semanas jogando no Chargers ele machucou seriamente seu joelho. “Por que em tempos de reabilitação Deus me trouxe para San Diego?”, ele perguntava.
           Enquanto seu joelho se recuperava, Sherman teve a oportunidade de levar um de seus colegas de time à Cristo. Este jogador que se converteu, Miles McPherson, desde então tem se destacado como um evangelista que tem levado milhares de jovens a Cristo todos os anos.
           Porque Sherman foi enviado a San Diego? Deus queria usá-lo, com certeza.
“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos e ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3.5-6).

           Sim, e tem mais!
           Você já se perguntou se Deus realmente sabe o que você quer e o que você precisa?
           O australiano David Smallbone sentiu que Deus o dirigia a promover shows cristãos em sua cidade natal onde apenas 5% da população era cristã. Durante um tour, eram tão poucos os fãs que iam aos shows que David teve um prejuízo de 250.000 dólares! Até sua casa lhe foi tirada e este pai de seis filhos teve que buscar uma solução.                        Um artista famoso lhe ofereceu um emprego em Nashville (EUA) e a família vendeu todos os pertences que ainda lhe restavam para comprar as passagens para os Estados Unidos. No entanto, algumas semanas depois que chegou, David foi informado de que o emprego não estava mais disponível. Ele ficou prostrado na cama por dias e dias.            Quando David e sua esposa explicaram aos filhos o que havia acontecido, todos se ajoelharam e pediram ajuda a Deus.
           Coisas interessantes começaram a acontecer. Deus providenciava sacolas de alimentos, providenciou uma van e pequenos serviços dos mais diversos. Então a maior surpresa de todas aconteceu: a filha mais velha Rebecca, então com 15 anos, conseguiu um contrato com uma gravadora. Rebecca gravou seu primeiro CD usando um antigo sobrenome de família, St. James.
           Acelere o filme para os dias atuais. David promove os shows de sua própria filha, shows que têm sempre ingressos esgotados. Rebecca St. James tornou-se uma das artistas cristãs mais conhecidas na atualidade. A revista Cristianismo Hoje colocou seu nome entre os “50 maiores e mais promissores líderes cristãos com menos de 40 anos”.          Temos prazer em convidá-la para cantar em nossas conferências cristãs ao redor do mundo.
           Nada surpreende a Deus, Ele sabia o que estava fazendo!
“’Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de lhes dar uma esperança e um futuro’” (Jeremias 29.11).

           Sim, pensei que você nunca pediria
           Muitas pessoas pensam que a oração é algo complicado. Na realidade, a oração mais simples pode lhe trazer o milagre que você precisa, quando você precisa.
Após uma séria queda, um senhor chamado Luke Mulder orou para receber Jesus Cristo. Então orou por sua esposa Clara, que estava visitando sua irmã na Califórnia. Naquele mesmo dia, Clara ouviu alguém compartilhar o evangelho e aceitou a Cristo.
           O cartunista cristão Ron Wheeler sonhava em criar personagens para evangelizar, mas precisava de um novo computador. Encontrou o tipo que precisava e começou a orar. Duas semanas depois um amigo ligou para Ron e lhe ofereceu um computador do mesmo modelo que havia pedido em sua oração. Pouco tempo depois de instalar o computador, Ron recebeu uma ligação da Sociedade Americana de sua categoria, solicitando que ele desenhasse uma série completa de personagens evangelísticos para tirinhas de diversos meios de comunicação.
           Meus amigos Esteban e Carmela Tosoni dirigiam por uma estrada em uma das montanhas mais altas do mundo, quando seu carro quebrou. Estavam a 30 km da cidade mais próxima. A família Tosoni orou por ajuda divina. Quando abriram os olhos, um mecânico simplesmente apareceu e perguntou se precisavam de ajuda, consertou o carro e então partiram.
           Coincidências? Dificilmente.
           “A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5.16).


 

 

 

           By Luis Palau, 73 anos, é argentino e radicado nos EUA. É um conhecido evangelista internacional, tendo realizado cruzadas em mais de 80 países, atingindo a mais de 22 milhões de pessoas. Palau é autor de 41 livros, alguns deles já publicados no Brasil.
           Copyright © 2008 by Christianity Today International


 

 

 

 

 

EXPECTATIVA EQUILIBRADA


 

            Introdução

            As cinco parábolas encontradas desde Mateus 24:42 até o fim do capítulo 25 revelam o que precisa acontecer na vida dos fiéis enquanto aguardam a volta do seu Senhor.

            Antes de examinarmos a progressão que ocorre entre as parábolas, devemos notar uma informação que aprece nas entrelinhas de todas elas, ou seja, a volta de Cristo:

            ʘ Demoraria (Mt 24:48);

            ʘ Tardaria (Mt 25:5) e

            ʘ Ocorreria “depois de muito tempo” no futuro (Mt 25:19).

            Já se passou muito tempo. Jesus sabia do que estava falando.

            A questão que Cristo precisava lidar, em face dos aspectos desencorajadores e ameaçadores da fé ligados à Sua demora, relacionava-se às atitudes e à vida diária de Seus seguidores no longo ínterim entre a ascensão e o segundo advento.

            Refletindo sobre a espera do advento, Tiago White comentou: "A posição de expectativa não é a mais feliz." – Life Incidents [Incidentes de Vida], vol. 1, pág. 337.

            O verso 42 de Mateus 24 apresenta a consequência prática de tudo o que foi exposto ao longo do capítulo. Se ninguém neste mundo sabe a hora do segundo advento, exceto o Pai (v 36), cabe aos cristãos “vigiar”, pois não fazem a menor ideia do dia nem da hora da volta de Jesus (v 42).

 

            A primeira parábola - A parábola do pai de família vigilante 

            Nos versos 43 e 44 do mesmo capítulo (24), Jesus conta uma pequena parábola conclamando Seus seguidores a ficar constantemente em alerta. Seu papel é vigiar assim como o pai de família vigiaria a casa se soubesse que os ladrões tentariam arrombá-la.

            Um estado constante de alerta e prontidão para a volta de Jesus é a mensagem desta pequena parábola. Afinal, “à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (v 44). É curioso notar que, ao longo da história, o momento em que menos se aguarda a volta de Cristo é sempre “hoje”.

 

            A parábola de três aprendizes do diabo 

           “O teólogo William Barclay (1907-1978) conta a parábola de três aprendizes do diabo selecionados para ser enviados à Terra para completar seu treinamento. Cada um apresentou seu plano a Satanás para a destruição da humanidade.

            O primeiro propôs-se a dizer às pessoas que Deus não existe. Satanás respondeu que isso não enganaria muitos, pois a maioria tem a sensação do contrário. O segundo disse que proclamaria  que o inferno não existe. Satanás rejeitou essa tática também, pois a maioria das pessoas tem noção de que o pecador, um dia, receberá o que merece. O terceiro disse: Direi aos homens que não há pressa. Vá, respondeu Satanás, e você arruinará milhares de homens.

            A ilusão mais perigosa é pensar que o tempo nunca chegará ao fim.  “Amanhã” é uma palavra perigosa. É contra essa atitude que Cristo nos adverte na primeira de Suas cinco parábolas sobre vigilância e prontidão.”  George R. Knight , Visão Apocalíptica e a Neutralização do Adventismo, págs. 93-94.

 

            A segunda parábola - A parábola do bom servo e do mal

            Versos 45-51 de Mateus 24 continua abordando o tema da urgência e vigilância, mas com acréscimos de várias nuances. Essa parábola enfatiza que os cristãos têm deveres e responsabilidades éticas a ser colocadas em prática enquanto esperam e vigiam. Não devem aguardar na ociosidade. Nessa história, o senhor também demora a voltar por razões desconhecidas aos servos.

            Infelizmente, a demora não deve, mas pode gerar mau comportamento. Como os servos se encontram sozinhos em meio a uma situação incerta, um deles permite que suas paixões mais baixas aflorem. Ele começa a tratar os outros com maldade e a viver de maneira inadequada, pensando que ainda tem muito tempo.

            Nesse ponto, Jesus reitera a lição da primeira parábola: “Virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe” (verso 50). Em seguida, no verso 51, Jesus ensina outra lição, algo que reaparecerá no fim da quarta e da quinta parábolas (Mt 25:30,46). Os servos infiéis perderão sua recompensa celestial e no lugar dela receberão a mesma recompensa dos judeus infiéis (Mt 23:13,15,23,25,27,29). Assim, Ele manifesta o conceito de fidelidade e alerta de maneira mais completa do que na primeira parábola.

 

            A terceira parábola- A parábola das dez virgens

            Mateus 25:1-13 prossegue com o tema de aguardar com expectativa vigilante iniciado nas duas primeiras parábolas, mas outra vez Jesus aumenta a complexidade da mensagem. A cena da parábola é um casamento palestino, cerimônia que normalmente durava uma semana ou mais. As cerimônias de casamento envolviam toda a comunidade, e, ao contrário do costume ocidental, os recém-casados não saiam em lua-de- mel. Em vez disso, permaneciam em casa recebendo os convidados.

                        Além da chegada do noivo, a ênfase da parábola recai sobre as dez virgens e suas lâmpadas (v 2). Na verdade o foco principal está na divisão entre as virgens. A parábola afirma que cinco delas são sábias e cinco são néscias. Os preparativos que fizeram para a chegada do noivo determinaram a diferença entre os dois grupos. Todas tinham lâmpadas, mas apenas a metade havia levado óleo suficiente.

            Observe que todas as dez eram aparentemente cristãs, pois todas aguardavam a chegada do noivo. Lembre-se também de que todas as dez ficaram sonolentas e adormeceram (v 5). Assim, nessa parábola, não estamos lidando com fiéis e infiéis. Todas alegam ser fiéis.

            O ponto principal dessa parábola é que o noivo “demorou a chegar” (v 5, NVI). Por esse motivo, as virgens adormeceram. As necessidades terrenas continuam até mesmo enquanto os seguidores de Cristo aguardam Sua volta. Ninguém pode viver num constante estado de alerta. O tema da demora da vinda de Cristo é apresentado em Mateus 24:48 e reaparece pela terceira vez em Mateus 25:19. A demora, sem dúvida, já estava se tornando um problema para alguns fiéis na ocasião em que o Evangelho de Mateus foi escrito (por volta da 3ª década após a ascensão de Cristo – 64 dC).

            A diferença entre as virgens sábias e néscias, como observamos, não era se estavam adormecidas ou não. Todas estavam dormindo. Mas nem todas elas haviam se preparado para a convocação. Algumas haviam deixado para se preparar no último minuto, quando já era tarde demais. Jesus disse que pagaram caro pela negligência. “Fechou-se a porta” (Mt 25:10), o tempo da graça chegou ao fim (v tb Ap 22:10-11) e perderam o grande banquete de casamento do Cordeiro por ocasião do segundo advento (Mt 25:10-12; Ap 19:9). 

            Mateus 25:13 apresenta a moral da história: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora”. A moral dessa história também foi a lógica que permeou as duas primeiras parábolas da série. Mas essa acrescenta o conceito crucial de que ninguém pode se apoiar na preparação de outra pessoa. Enfrentaremos o julgamento de Deus individualmente.

            Nota-se que a parábola das virgens não indica a maneira de nos prepararmos para a chegada do noivo. Esse será o tema das duas parábolas finais.

 

            A quarta parábola - A parábola dos talentos       

            A parábola dos talentos (versos 14-30 de Mateus 25), assim como as três primeiras parábolas, continua a enfatizar a importância de estar pronto para a vinda do Mestre. Entretanto, aborda uma questão não respondida anteriormente: O que significa estar pronto?  O significado de estar pronto é a mensagem da parábola dos talentos.

            O enredo da história é bastante simples. Um homem (Cristo) se ausenta do país e confia a cada um dos seus servos certa quantia de talentos (grande soma de dinheiro). Para um, confia cinco, a outro, dois, e para o último, um talento.

            Os dois primeiros investem os talentos, fazendo com que se multipliquem, mas o terceiro simplesmente enterra o único talento que recebeu, a fim de mantê-lo seguro. No mundo antigo, o ato de enterrar dinheiro não era um conceito estranho se alguém desejava apenas segurança. Claro, a pessoa precisava se lembrar em que local havia enterrado o dinheiro. A prática de enterrar itens de valor aparece na parábola do tesouro escondido, relatada em Mateus 13:44.

            O mestre, porém, deseja mais que segurança para os talentos confiados. Ele deseja que os talentos gerem lucros. Isso se torna evidente no momento em que, “depois de muito tempo” (note a semelhança desse aspecto com as duas parábolas anteriores (Mt 24:48; 25:5), o mestre retorna e exige uma prestação contas para determinar a fidelidade de seus servos durante sua ausência (v 19).

            Na cena do julgamento que se segue, o mestre recompensa os dois servos que foram fiéis em cumprir suas responsabilidades durante sua ausência, mas pune aquele que não fez nada mesmo sabendo que o mestre esperava que fizesse alguma coisa com o talento que recebeu (V 24). O servo irresponsável, além de não receber nenhuma recompensa, ainda é desprovido daquilo que tem. Na opinião do mestre, ele está desqualificado para entrar no reino (VS 28-30).

            A lição é clara: estar preparado para a volta de Jesus não significa aguardar passivamente esse evento; estar pronto é a atividade responsável que produz resultados para o reino do Céu – resultados que o Mestre pode ver e aprovar. 

            Aprendemos também com essa parábola que Deus não espera os mesmos resultados de todo mundo. Os cristãos apresentam níveis variados de habilidade (v 15). Contudo, não é a quantidade de habilidades de uma pessoa que será avaliada no julgamento, mas se ela colocou em prática a gama de habilidades que Deus lhe concedeu. As pessoas não são iguais em suas habilidades, mas elas podem ser iguais em esforço. Deus espera receber bons juros no investimento que fez em cada um de nós.  

 

            A quinta parábola – A parábola das ovelhas e dos cabritos

            Tecnicamente se trata mais de uma cena do julgamento final do que uma parábola. Ela completa as instruções de Jesus sobre a preparação. Enquanto as três primeiras parábolas colocam a ênfase no ato de vigiar (Mt 24:42-25:13) e a quarta reforça o ato de trabalhar enquanto aguardamos o retorno do Mestre, essa parábola – Mateus 25:31-46 mostra a natureza essencial desse trabalho.

            A parábola das ovelhas e dos cabritos é um vívido retrato falado da separação final que ocorrerá na ocasião em que Jesus voltar nas nuvens do céu. É um retrato que não deixa espaço para meio-termo ou segunda chance. Seremos ovelhas (símbolo do povo de Deus no AT) ou cabritos. Ficaremos à direita (símbolo do favor) ou à esquerda (símbolo de desfavor). Não há meio-termo. Tampouco a decisão do julgamento estará sujeita a apelações ou recursos. A cena é de finalização. Aqueles que deixaram de fazer uso apropriado do tempo de espera e vigilância antes do segundo advento terrão perdido para sempre o reino (v 46).

            A surpresa é um elemento crucial nessa parábola. Tanto as ovelhas quanto os cabritos ficam surpresos com o veredito do rei quanto o seu caso particular. Os dois grupos questionam o veredito (vs 37-39,44).

            O motivo da surpresa origina-se da falsa interpretação da verdadeira religião. Em geral, as pessoas acreditam que o coração da verdadeira religião é a crença nas doutrinas certas ou a prática de certos rituais e estilo de vida. Mas essa não é a posição bíblica.

           Naquele dia, não nos será perguntado em que acreditamos ou por que guardamos o sábado, devolvemos o dízimo ou cuidamos bem de nossa saúde.

            Embora essas coisas sejam importantes, podemos praticá-las rigorosamente e ainda assim estarmos totalmente perdidos (Mt 23:23,24). A questão real do julgamento é se demonstramos amor verdadeiro ao próximo. “Quando as nações se reunirem diante dEle, não haverá senão duas classes, e seu destino eterno será determinado pelo que houverem feito ou negligenciado fazer por Ele na pessoa dos pobres e sofredores” DTN, pág. 637.

           Uma lição importante extraída da parábola das ovelhas e dos cabritos é que as obras que realmente contam são simples e não calculadas. São tão simples quanto alimentar o pobre e visitar o doente. São não calculadas no sentido de que quem as pratica não o faz para alcançar mérito, mas porque o amor de Deus está em seu coração e flui naturalmente ao próximo. Atos de auxílio e misericórdia tornaram-se naturais. O amor de Deus foi internalizado e é demonstrado na vida diária, mesmo que não se tenha consciência dessa virtude.

 

            Conclusão

            A qualificação essencial para o reino do Céu é a internalização inconsciente do amor de Deus e sua expressão na vida diária. Tais pessoas começaram a viver o princípio do servir e a grandeza que aparece vez após outra no Evangelho de Mateus. Elas estão seguras a destra de Deus, pois internalizaram o princípio do amor, o princípio do reino. Desenvolveram, por meio da graça, a justiça que excede a dos escribas e fariseus. Assim, prepararam-se para entrar no reino do Céu (ver Mateus 5:20).

            Que esta seja a minha, a sua, a nossa experiência.

            È o meu desejo e a minha oração. Amém!!

              

   

       

QUE A MOTIVAÇÃO NÃO SEJA EM VÃO


 

“Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas (muitos milagres)?” (Mateus 7:22).

 

“E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” (Mateus 7:23).

 

“Porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração (1 Samuel 16:7).

 

 

            Introdução

            Considerando estas passagens bíblicas, podemos asseverar que ações corretas praticadas por motivações equivocadas podem colocar em risco a nossa salvação. De forma prática e simples: fazer a coisa certa por motivos errado – inútil vos será.

            Será que o ato de dar dinheiro na igreja pode ser incluído ente as muitas maravilhas que fizemos em nome de Deus?

            Será que estaremos nós cometendo iniquidade (pecado) ao fazer doações por motivos errados? Poderemos nos perder ao agirmos assim?

            Nenhum de nós tem autonomia ou direito de julgar. O objetivo desta mensagem é levá-lo a uma reflexão e, se for o caso, rever os conceitos acerca de doações.

            Dar dinheiro na igreja tem sido uma prática cada vez mais questionada.           Certamente em virtude dos abusos de lideranças religiosas de caráter duvidoso, e a suspeita de que os recursos destinados à causa acabam no bolso dos apóstolos, bispos e pastores, não são poucas as pessoas que se sentem desestimuladas à contribuição financeira. Outras tantas se sentem enganadas, e algumas o foram de fato. Há ainda os que preferem fazer o bem sem a intermediação institucional. Mas o fato é que as igrejas e suas respectivas ações de solidariedade vivem das ofertas financeiras de seus frequentadores e fiéis. Entre as instituições que mais recebem doações, as igrejas ocupam de longe o primeiro lugar na lista de valores arrecadados.

            Então, por que as pessoas contribuem financeiramente nas igrejas?

 

            Investimento

            Não são poucas as pessoas que tratam suas contribuições financeiras como investimento. Contribuem na perspectiva da negociação: dou 10% da minha renda e sou abençoado com 100% de retorno. Chegam a afirmar que o fazem com embasamento bíblico. Afinal, não é o próprio Deus que afirma, inclusive pedindo para ser colocado à prova: se Eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida”?  (Mal. 3:10 u.p.)

            Onde está escrito que essa “bênção sem medida” seria material, financeira?

            Tentar fazer negócios com Deus é um contrassenso, pois quem negocia sua doação está preocupado com o benefício próprio, doa por motivação egoísta, imaginando levar vantagem na transação. Ressaltamos que é fato - quem muito semeia, muito colhe. Mas essa não é a melhor motivação para a contribuição financeira na igreja.
 

            Obrigação

            Há quem contribua por obrigação. É verdade que a Bíblia ensina que a contribuição financeira é um dever de todo cristão: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro” (Malaquias 3:10).

            A devolução do dízimo, estabelecida no Antigo Testamento na relação de Deus com seu povo Israel foi mencionada por Jesus aos seus discípulos, que deveriam não apenas dar o dízimo, mas ir além, doando medida maior, excedendo em justiça. A medida maior era na verdade muito maior. Os religiosos doam 10%, os cristãos abrem mão de tudo, pois creem que não apenas o dízimo pertence a Deus, mas todos os recursos e riquezas que têm em mãos pertencem a Deus e estão apenas sob seus cuidados – não passam de fiéis mordomos.

           
            Doar por doar, para cumprir uma mera formalidade, é farisaísmo. Está escrito: Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus” (Mateus 5:20).

 
 
            Gratidão

            Alguns mais nobres doam por gratidão. Pensam, “estou recebendo tanto de Deus, que devo retribuir contribuindo de alguma maneira”.

            O que pode haver de errado ao doar por gratidão?

            Erro não, mas, risco. Nesse caso, correm o risco de doar apenas enquanto têm, ou apenas enquanto estão sendo abençoados. A gratidão é uma motivação legítima, mas ainda não é a melhor motivação para a contribuição financeira.

 

            Visão

            Existem também os que contribuem em razão de seu compromisso com a causa, com a visão, acreditam em uma instituição e querem por seu dinheiro em algo significativo. Vocês já viram alguém patrocinando perdedores? É obvio que não.

Então, muito bom. Devem continuar fazendo isso.  Até porque, quem diz que acredita em alguma coisa, mas não mete a mão no bolso, no fundo, não acredita.

            Mas essa motivação está ainda aquém do espírito cristão. É medíocre. Aliás, não são apenas os cristãos que patrocinam o que acreditam. Não nos esqueçamos de que somos a luz do mundo, o sal da, ou não somos? Fomos chamados para fazer a diferença.

 

            Compaixão

            Muitos são os que doam por compaixão. Não conseguem não se identificar com o sofrimento alheio, não conseguem viver de modo indiferente ao sofrimento alheio, sentem as dores do próximo como se fossem dores próprias. Seu coração se comove e suas mãos se apressam em serviço. A compaixão mobiliza, exige ação prática. Isso é cristão. Mas ainda não é suficiente.

 

            Generosidade

            Poucos contribuem por generosidade. São pessoas agraciadas por Deus com o dom da liberalidade. Estão sempre dispostas a doar, a contribuir, a participar.Nem sempre são compreendidas.  Fazem o bem sem ver a quem. Doam porque não vivem para acumular ou entesourar para si mesmos. Não precisam ter muito. Não precisam ver alguém sofrendo, não perguntam se a causa é digna, não querem saber se o destinatário da doação é merecedor de ajuda. Pouco lhes importa se aqueles que administrarão os recursos o farão com lisura e total transparência.  Eles doam porque doar faz parte do seu caráter. Simplesmente são generosos. Gente rara, mas existe. O relacionamento com Jesus gera esse tipo de gente. São aqueles que deliberadamente acataram as orientações do Divino Mestre depositando os tesouros no Céu (Mt 6:19:21).

 

            Adoração

            Finalmente, há os que contribuem por piedade. Piedade, não no sentido de pena, comiseração ou dó. Piedade como devoção, gesto de adoração, ato que visa apenas e tão somente manifestar a graça de Deus no mundo. Financiam causas, mantém instituições, ajudam pessoas, tratam suas posses como dádivas de Deus, e por isso são gratos, e são generosos. Mas o dinheiro que doam aos outros, na verdade entregam nas mãos de Deus. Para essas pessoas, contribuir é adorar.

            Conclusão

            Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:24). Quando ofertamos na igreja, adoramos a Deus em verdade, de forma racional. Que o façamos pelos motivos corretos para que não venhamos a comprometer nossa espiritualidade e consequentemente a vida eterna.

            Assim sendo, que “cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Coríntios 9:7).

            É o meu desejo e a minha oração, Amém!!!