quinta-feira, 26 de maio de 2016

BURRICE, O PODER DA

 “Duas coisas são infinitas: o universo e a burrice humana. Mas a respeito do universo ainda tenho dúvidas", disse Albert Einstein. Componente inalienável da natureza humana, a burrice é, provavelmente, a força mais perigosa do cosmos.


           O que significa burrice? O conceito não tem uma definição teórica indiscutível. Não é o oposto de inteligência: há pessoas inteligentes que, vez por outra, fazem o papel de burras.
           Uma definição convincente foi dada pelo historiador e economista italiano Carlo Cipolla: “Uma pessoa burra é aquela que causa algum dano a outra pessoa ou a um grupo de pessoas sem obter nenhuma vantagem para si mesmo – ou até mesmo se prejudicando.”
           A burrice tem a peculiar vocação de se traduzir em ações, e por isso mesmo se torna perigosa. Segundo Cipolla, que identificou cinco “leis fundamentais da burrice”, até mesmo os mais inteligentes tendem a desvalorizar os riscos inerentes à burrice. E ela é mais perigosa que a crueldade: esta, tendo uma lógica compreensível, pode pelo menos ser prevista e enfrentada. Para começar, pensemos naqueles que, em tempos de Aids, mantêm relações sexuais sem proteção ou nos que não usam um antivírus no próprio computador, expondo a si mesmos e aos outros ao contágio de vírus reais ou virtuais.
           A burrice sempre ofereceu cenas e personagens cômicos, como no conto de Andersen A roupa nova do imperador, no qual dois alfaiates mal-intencionados convencem o rei a vestir uma roupa maravilhosa, invisível para as pessoas burras. Era uma armadilha: ninguém queria admitir a própria burrice nem contradizer o soberano afirmando não ver a roupa (que de fato não existia). Só um menino teve a coragem de dizer que o rei estava nu, revelando a trapaça. Mas, atenção: rir da burrice pode deixá-la “simpática” e, portanto, desvalorizada. Se na ficção o estúpido é facilmente reconhecido, na vida real as coisas são diferentes.

           A burrice tem três características fundamentais:
           1) Ela é inconsciente e recidiva: o burro não sabe que é burro e tende a repetir várias vezes o mesmo erro. Tais características contribuem para dar mais força e eficácia à ação devastadora da burrice. A pessoa estúpida não reconhece os próprios limites, fica fossilizada em suas convicções particulares e não sabe mudar. Por isso, como diz o psicólogo italiano Luigi Anolli, “no âmbito clínico, a burrice é a pior doença, por ser incurável”. O estúpido é levado a repetir os mesmos comportamentos porque não é capaz de entender o estrago que faz e, portanto, não consegue se corrigir.

           2) A burrice é contagiosa. As multidões são muito mais estúpidas que as pessoas que as compõem. Isso explica por que populações inteiras (como aconteceu na Alemanha nazista ou na Itália fascista) podem ser facilmente condicionadas a perseguir objetivos insanos, um fenômeno bastante conhecido na psicologia. “O contágio emotivo próprio do grupo diminui a capacidade crítica”, explica Anolli. “Percebe-se a polarização da tomada de decisão: escolhe-se a solução mais simples, que na maioria das vezes é a menos inteligente.”

           3) Além da coletividade, há um outro fator que amplifica a burrice: estar numa posição de comando. “O poder emburrece”, afirmava o filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Por quê? Quando estão no poder, as pessoas muitas vezes são induzidas a pensar que, justamente por ocuparem aquele posto, são melhores, mais capazes, mais inteligentes e mais sábias que o resto da humanidade. Além disso, estão cercadas de aduladores, seguidores e aproveitadores que reforçam o tempo todo essa ilusão. Dessa forma, quem está no governo chega a cometer as mais graves faltas com a aprovação geral.

           Todos temos um fator de burrice maior do que imaginamos. Ele leva cientistas a só considerar um estudo sério quando coincide com seu ponto de vista. Mas o otimismo, mesmo sem base sólida, prolonga a vida, como demonstraram freiras norte-americanas.

          Campeões da confusão
           O cinema está repleto de heróis estúpidos que armam confusões sem fim, para si e para os outros, resultando em divertidas comédias. Veja, a seguir, algumas das mais famosas.
           • Laurel e Hardy em Mestres do Baile (1943)
           • Peter Sellers em A Pantera Cor-de-Rosa (1963) e Um Convidado bem Trapalhão (1968)
           • Steve Martin em O Panaca (1978)
           • Jim Carrey em Debi e Lóide (1995)
           • Tom Arnold em Os Babacas (1996)
           • Mike Myers em Austin Powers (2002)
           • Steve Carell em Agente 86 (2008)

          O Poder –
           Seja ele político, econômico ou burocrático – aumenta o potencial nocivo de uma pessoa burra. Um exemplo extremo é dado no filme Dr. Fantástico, de Stanley Kubrick. Nele, um grupo de estúpidos de grau máximo pensa em detonar uma carga explosiva nuclear que levará ao fim do mundo, por uma simples frivolidade.
           Por seu lado, o rei Luís 16, no dia 14 de julho de 1789 (a data da Queda da Bastilha, evento que deu início à Revolução Francesa), escreveu em seu diário: “Hoje, nada de novo.” O mesmo obtuso e burro senso de invencibilidade fez o general George Custer supervalorizar suas forças e atacar os índios em Montana (EUA), em 1876. Resultado: centenas de soldados do Exército norte-americano foram massacrados pelos índios sioux e cheyennes no riacho Little Big Horn. Ou, ainda, levou Napoleão a atacar a Rússia em pleno inverno de 1812: o Exército francês foi dizimado pelo frio e pela exaustão. Sem contar as previsíveis tragédias das guerras do Vietnã e do Iraque de hoje.
           Em cada um de nós há um fator de burrice que é sempre maior do que imaginamos. Isso não é, necessariamente, um problema. Ao contrário, a estupidez tem uma função evolutiva: serve para nos fazer agir precipitadamente, sem pensar muito, o que em certos casos se revela mais útil do que não fazer nada. A burrice nos permite errar, e na experiência do erro há sempre um progresso do conhecimento. Assim, o ponto-chave para anular a burrice está em reconhecer os próprios erros e se corrigir.             Como dizia o escritor francês Paul Valéry: “Há um estúpido dentro de mim. Devo tirar partido de seus erros.”
           Como? Um estudo da Universidade de Exeter (Grã-Bretanha), publicado no Journal of Cognitive Neuroscience, identificou uma área do cérebro – no córtex temporal – que é ativada quando está para se repetir um erro já cometido: um sinal de alarme nos impede de recair na mesma situação. Se na base da burrice existisse uma anomalia localizada, talvez um dia pudéssemos corrigi-la com uma cirurgia. Desde que não caíssemos nas mãos de um cirurgião idiota.

          Todos nós estamos
           Todos nós estamos prontos a admitir que somos um pouco loucos, mas burros, jamais. Fuçando na literatura científica, é possível descobrir que somos um pouco burros, cada qual de um jeito diferente; mas o cérebro funciona de forma a nos esconder essa realidade. E mais: podemos descobrir que, apesar de tudo, é melhor assim.
           As estatísticas indicam que 50% dos motoristas não sabem dirigir: um tem dificuldade para estacionar, outro circula a 20 km/h, um terceiro ocupa duas faixas como se a rua fosse dele. Mas quem não sabe dirigir não tem consciência disso, ou desistiria, preferindo o transporte público e aumentando, assim, as próprias (e as alheias) possibilidades de sobrevivência. O mesmo exemplo pode ser aplicado às pistas de esqui, ao universo de trabalho, ao campo de futebol e assim por diante.
           Quem é suficientemente inteligente para reconhecer que não sabe guiar direito? Se formos a um hospital e entrevistarmos os recém retirados das ferragens de um carro, descobrimos que ninguém admite integrar a categoria dos incapazes. Pesquisas mostram que 80% das pessoas internadas por acidente de carro acreditam pertencer à elite dos motoristas com habilidades superiores à média. E a responsabilidade do acidente? A maioria atribui seus erros à falta de sorte ou a algum idiota que cruzou seu caminho.

           Ações suicidas
           Em 1876, o general George Custer, no comando da 7ª Cavalaria americana, decidiu atacar – apesar do pequeno contingente disponível – um grande acampamento sioux em Little Big Horn. Os soldados foram todos massacrados. Um exemplo da burrice no poder.

          E tem mais.
           Imagine se agora como um verdadeiro fracassado em um determinado setor – por exemplo, na pintura, na natação, em estatística. E tente imaginar ser suficientemente inteligente para admiti-lo. Não se iluda: também aqui seu lado burro será revelado. “Seu cérebro encontrará um obstáculo, atenuando a importância daquele setor”, explica Cordelia Fine, pesquisadora no Centro de Filosofia Aplicada e Ética Pública da Universidade de Melbourne (Austrália).  “Aquela carência não o incomodará mais”, prossegue ela, “pois seu cérebro tenderá a considerar o desenho, a natação e a estatística como atividades supérfluas”. Assim, é melhor nos contentarmos em admitir que nossas fraquezas são comuns o bastante para fazer parte da falibilidade humana, enquanto nossos pontos fortes são raros e especiais.
           Há uma explicação para esse comportamento? “A falência é a principal inimiga do nosso ego e da nossa autoestima. É por isso que o cérebro, um grande vaidoso, faz o máximo para bloquear o caminho a essa hóspede indesejada”, acrescenta a pesquisadora.
           Isso não é uma grande novidade, visto que no frontão do templo de Delfos, na Grécia, estava escrito: “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.” Mas o autoconhecimento não é tão fácil: a idéia de quem somos varia de acordo com as necessidades. Em 1989, Rasyid Sanitioso e Ziva Kunda, na época psicólogos na Universidade de Princeton (EUA), mostraram a alguns jovens pesquisadores falsos estudos que documentavam um maior sucesso das pessoas extrovertidas. A outros deram pesquisas que premiavam os introvertidos. Pois bem: os estudantes se identificavam com qualquer dos traços de personalidade apresentados como passaporte para o sucesso...

           Várias escolhas
           Várias escolhas absurdas são feitas de maneira burra, sem uma avaliação dos prós e contras, dados e estatísticas reais.
           Casar-se, por exemplo, é uma decisão que implica um vínculo para toda a vida. Quem, cruzando as portas da igreja ou do cartório, tem a perfeita consciência de que, segundo as estatísticas, o casamento tem 50% de chance de dar errado? No momento do “sim”, só sabem disso os pais dos noivos, os avós, os amigos, parentes e até mesmo o padre e o juiz. Os interessados diretos demonstram uma obstinação cega, perfeitamente convencidos de que sua união será uma exceção a todas as regras. Até porque, se não estivessem seguros, a continuidade da raça humana dependeria da péssima eficácia dos contraceptivos e o Homo sapiens poderia já estar extinto. 
           E a capacidade de admitir nossos erros de avaliação? Quase inexistente: estamos atados a nossas convicções como se elas fossem coletes salva-vidas. O que pedimos ao mundo não são novos desafios a nossas ideologias políticas e sociais. Preferimos amigos, livros e jornais que compartilham e confirmam nossos iluminados valores. Mas, cercando-nos de pessoas oportunistas, reduzimos a chance de que nossas opiniões sejam questionadas.
           Também nos vários setores da pesquisa, a burrice se apresenta pontualmente: os envolvidos tendem a considerar um estudo sério e convincente quando os resultados coincidem com seu ponto de vista; ou julgam no ultrapassado e cheio de defeitos quando vão de encontro a suas expectativas. Esse fator explica por que muitas vezes é inútil tentar demover um obstinado de manter ideias claramente erradas.
           Todas as vezes que nosso cérebro pensa no futuro, tende a produzir previsões otimistas. Por exemplo: estamos sempre certos de que nosso time do coração vai ganhar o jogo, embora haja outra possibilidade. As previsões “autocelebrativas” também acontecem nas bancas de apostas, nos cassinos e nas loterias, nas quais as pessoas desperdiçam dinheiro porque a capacidade de julgamento fica dominada pelo desejo de vencer. Qual é a razão desse estúpido otimismo do cérebro? Ele nos protege contra as verdades desconfortáveis.

          Há pessoas que...
           Há pessoas que chegam incrivelmente perto da verdade sobre si mesmas e a respeito do mundo. Elas têm uma percepção equilibrada, são imparciais quando se trata de atribuir responsabilidades de sucessos e fracassos e fazem previsões realistas para o futuro. Testemunhas vivas do quanto é arriscado conhecer a si mesmas, elas são, para muitos psicólogos, pessoas clinicamente depressivas. Martin Seligman, docente de psicologia na Universidade da Pensilvânia (EUA), demonstrou que o chamado “estilo explicativo” pessimista é comum entre os deprimidos: quando fracassam, assumem toda a culpa, consideram-se burros, péssimos em tudo e se convencem de que essa situação vai durar para sempre.
           E quais são os resultados de tanta (às vezes excessiva) honestidade intelectual? Deborah Danner, pesquisadora da Universidade de Kentucky (EUA), examinou os efeitos da longevidade em 180 noviças norte-americanas, otimistas e pessimistas. Quanto mais otimistas se mostravam as religiosas, mais tempo viviam. As mais joviais viveram em média uma década além das pessimistas. É claro que ser realistas e ao mesmo tempo serenos e otimistas seria o ideal; mas não há dúvida de que às vezes um pouco de burrice faz bem.



Equipe Planeta
Fonte: www.revistaplaneta.com.br


terça-feira, 24 de maio de 2016

COMO RECEBER A PALAVRA DE DEUS

Você já pensou na frequência com que é exposto à palavra de Deus?


            Cada vez que você abre a Bíblia para se encontrar com o Senhor, o Deus do universo fala. Cada vez que você vai a um pequeno grupo e discute uma passagem da Escritura, ele está falando. Quando você cita versículos de cabeça, Ele está falando. Quando exposto à Sua palavra, Ele te fala quem Ele é, como viver, como as pessoas são e até sobre o futuro.
            É algo muito perigoso ser exposto à palavra de Deus, pois, toda vez, uma dessas duas coisas acontecem: ou você se torna mais parecido com Jesus Cristo, ou será endurecido à verdade e se torna mais frio em relação a Jesus.

            Steve Lawson diz o seguinte em sua biografia de João Calvino:  “Nós devemos ter a mesma reverência com as Escrituras que temos para com Deus, pois ela vem dEle mesmo, e não há nada nela que seja do homem”. Essa era a fundação inabalável da pregação de Calvino – a autoridade da Escritura divinamente inspirada. Ele cria firmemente que quando a Bíblia fala, Deus fala”
            Por causa desse perigo de ser exposto à Escritura, Tiago, o irmão de Cristo, em Tiago 1.19, está preocupado com a Igreja. Ele já os alertou sobre a iminência da tentação, da perseguição, e agora quer que eles estejam preparados para receber a palavra de Deus. Nesse único verso ele dá três curtos imperativos que nos lembram da importância de como reagir à palavra de Deus quando somos expostos a ela: “Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar”.

            “Pronto para ouvir”
            As pessoas tem dificuldade para ouvir, hoje em dia. Recentemente assisti o filme Bambi com meus filhos, e fiquei chocado com a lentidão dos personagens, com o quão pouco acontecia na tela. Os desenhos de hoje em dia são muito diferentes, tudo é mais rápido, maior, mais brilhante, com muito mais coisas acontecendo. Precisamos encarar o fato de que temos dificuldade para prestar atenção. E Tiago quer que nos certifiquemos que estamos alertas e ouvindo sempre que ouvimos sobre Deus.

            Precisamos nos preparar com antecedência. Para ouvir a palavra, precisamos estar alertas. Precisamos dormir o suficiente, orar, nos arrependermos de nossos pecados e nos esforçarmos para deixar de fora nossas tentações e distrações para que possamos estar plenamente preparados para nos colocarmos sob a Escritura.

            Em Tiago 1.21, ele nos diz para nos despojarmos de toda a impureza; em outras palavras, precisamos limpar nossos ouvidos. Você provavelmente já viu o ouvido de uma criança cheio daquela cera horrível. Eu já tive que limpar alguns assim. Da mesma forma, nós precisamos limpar nossas pressuposições equivocadas e substituí-las pelas de Deus. Devemos vir à palavra prontos para ouvir e prontos para sermos transformados, porque nada pode nos mudar à parte da palavra de Deus.

            “Tardio para falar”
            Em outras palavras, “cale-se!”. Pare de falar consigo mesmo. Se, quando alguém te confronta, você já fica na defensiva e começa a se defender ou mudar o assunto, é provável que você esteja falando muito rápido e não esteja ouvindo. Durante o sermão, sempre somos tentados a pensar “uau, eu queria que o ______ estivesse aqui para ouvir isso!”, ao invés de deixarmos a palavra de Deus nos moldar. Ou, talvez, na metade do sermão, você já está pensando no que vai fazer após o culto ou após a reunião do pequeno grupo. Ou, durante a leitura da Bíblia, de alguma forma você lê um capítulo inteiro e não se lembra de uma única palavra que leu porque estava pensando em outra coisa o tempo todo. Pare, cale-se e ouça a palavra.

            Receber a palavra significa que você não é tão rápido para dizer o que pensa. Você não é um tagarela que dá sua opinião sobre tudo antes mesmo de ser perguntado. Precisamos praticar o ouvir e praticar o não falar, pois quanto menos você pensa sobre o que você tem a dizer, mais você pensará sobre o que Deus tem a dizer.

            Se você valoriza sua opinião e pensa muito de si mesmo, então a palavra não vai significar muito para você.

            “Tardio para se irar”
            Você precisa estar disposto a admitir para si mesmo que você é imperfeito. É fácil fazer isso na salvação. Quando fomos convertidos, dissemos que somos pecadores terríveis e merecíamos o inferno. Mas o processo da santificação só pode acontecer se você estiver disposto a continuar a dizer que é pecador. Que você continua precisando de ajuda. Uma das formas de saber se você está recebendo a palavra de Deus com a atitude correta é se você é tardio para se irar quando é confrontado pela Bíblia. Seja o pregador, alguém do grupo de estudos ou mesmo algum amigo próximo, precisamos ser tardios para nos irarmos quando enfrentados pela palavra de Deus.

            Como reagir à confrontação?
            A chave para receber a palavra de Deus é mansidão. Veja Tiago 1.21: “acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma”. O ponto dessa passagem é receber a palavra de Deus, mas a única forma de recebê-la corretamente é por meio da mansidão.

            Ser pronto para ouvir só vai acontecer se, com mansidão, você entender que precisa ouvir a palavra. Você absolutamente precisa dela!
            Ser tardio para falar só vai acontecer se, com mansidão, você crer que o que você tem para dizer não é tão importante, e o que realmente é importante é a Bíblia.
            Por fim, você pode avaliar sua mansidão quando é confrontado pela palavra de Deus e não se ira, mas humildemente admite que precisa mudar.
            Assim, como sabemos se estamos recebendo a palavra de Deus e ela está frutificando em nossas vidas? Tiago 1.22 diz que há um resultado. Você irá praticar o que ela diz! A resposta correta à palavra de Deus sempre irá resultar em aplicação. Quando somos expostos à palavra de Deus, se aplicarmos esses versos, estaremos mais do que prontos para obedecer nosso Senhor em tudo.


Jordan Standridge - Is a pastoral associate at Immanuel Bible Church in Springfield, VA, where he leads the college ministry. He is also the founder of The Foundry Bible Immersion. You can find his personal blog at surrender.us.

Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org | Original aqui


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