quarta-feira, 24 de abril de 2013

DOZE COISAS PARA FAZER QUANDO VOCÊ É CRITICADO


 

            Nós seremos criticados uma hora ou outra. Algumas vezes com razão, outras injustamente. Algumas vezes, as críticas dos outros com relação a nós são severas e imerecidas. Outras vezes nós podemos precisar delas. Como respondemos à crítica? Nem sempre eu respondi bem e eu ainda estou aprendendo, mas aqui estão algumas coisas em que eu tento pensar quando os outros me criticam.

            Seja pronto para ouvir (Tiago 1.19)

            Pode ser difícil fazer isso, porque nossas emoções se levantam e nossa mente começa a pensar em formas de refutar o que a outra pessoa está dizendo. Ser pronto para ouvir significa realmente tentar ouvir e considerar o que a outra pessoa está dizendo. Nós não simplesmente desprezamos a crítica, mesmo que ela pareça injusta e imerecida.

 

            Seja tardio para falar (Tiago 1.19)

            Não interrompa ou responda muito rapidamente. Deixe que a pessoa termine de falar. Se você responder muito rapidamente você pode falar asperamente ou irado.

 

            Seja tardio para irar-se

            Por quê? Porque Tiago 1.19-20 diz que a ira do homem não produz a justiça de Deus. A ira não fará alguém fazer a coisa certa. Lembre-se, Deus é tardio para irar-se, paciente e longânimo com aqueles que o ofendem. Quanto mais nós deveríamos ser.

 

            Não revide

            “Quando insultado, [Jesus] não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça” (1 Pedro 2.23). Ser injustamente acusado – Jesus foi e, ainda assim, continuou a confiar no Senhor e não revidou.

 

            Dê uma resposta gentil

            “A resposta calma desvia a fúria” (Provérbios 15.1). Seja gracioso até mesmo com aqueles que te ofendem, bem como Deus é gracioso quando nós o ofendemos.

 

            Não defenda a si mesmo tão rapidamente

            A atitude defensiva pode surgir do orgulho e da incapacidade de receber ensino.

Considere o que pode ser verdade na critica, mesmo que tenha sido dita da maneira errada.

 

            Mesmo que seja feita com a intenção de machucar ou de escarnecer, ainda pode haver algo que vale a pena considerar. Deus pode estar falando com você através dessa pessoa.

 

            Lembre-se da cruz

            Alguém disse que as pessoas não dirão nada de nós que a Cruz não tenha dito e, mais, que nós somos pecadores que merecem a punição eterna. Então, na verdade, qualquer coisa que disserem sobre nós é menos do que a Cruz disse sobre nós. Volte-se para Deus que te aceita em Cristo incondicionalmente, apesar de seus muitos pecados e falhas. Nós podemos ficar desanimados quando vemos áreas de pecado ou falha, mas Jesus pagou por elas na cruz e Deus se alegra conosco por causa de Cristo.

 

            Considere o fato de que você tem pontos cegos

            Nós não podemos nos ver precisamente sempre. Talvez essa pessoa esteja vendo algo que você não consegue ver em si mesmo.

 

            Ore acerca da crítica

            Peça a Deus por sabedoria – “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você” (Salmos 32:8).

 

            Pergunte a outras pessoas as suas opiniões

            A crítica pode estar certa ou ser completamente incabível. Se essa é uma área de pecado ou fraqueza na sua vida, então outros terão visto isso também.

 

            Considere a fonte

            Não faça isso muito rapidamente, mas considere os motivos da outra pessoa, o nível de entendimento ou sabedoria, etc. Eles podem estar te criticando para te machucar ou eles podem não saber do que eles estão falando.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Autor: Mark Altrogge

Fonte: iPródigo.com

Traduzido por Natália Moreira | iPródigo.com | Original aqui

 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

PRONTOS PARA A VINDA DO SENHOR


 
Diversos Preceitos – I Tess 5:12-24

 

 

           Introdução

           De forma semelhante a muitos outros personagens bíblicos, do AT e do NT, o apóstolo Paulo cria piamente que a volta de Jesus ocorreria ainda em seus dias. Sua carta aos habitantes de Tessalônica atesta esta verdade. Assuntos como: o que acontecerá com aqueles que estiverem mortos; e com os que estiverem vivos, estão presentes. No entanto, a ênfase está na necessidade de preparação para esse grandioso evento; daí o título da mensagem - prontos para a vinda do Senhor.

           Já se passaram mais de 1900 anos e nós ainda estamos aqui, então, que tal dar uma olhadinha nos conselhos que ele nos deixou.  Conselhos destinados àqueles que viveriam nos momentos que antecederiam a volta de Jesus – nós.        

 

           “Irmãos, pedimos a vocês que respeitem aqueles que trabalham entre vocês, isto é, aqueles que foram escolhidos pelo Senhor para guiá-los e ensina-los” (V 12 NTLH).

“Tenham grande consideração por eles e deem-lhes o seu amor de todo o coração porque eles estão se desgastando para ajudar vocês. E lembrem-se: ‘Proibido Desavenças’ entre vocês” (v 13 BV).

           O amor verdadeiro exige algumas vezes sacrifício. Entre outras coisas, sacrifício do tempo. Quanto você emprega seu tempo em prol de outras pessoas, você esta doando parte de sua vida, algo que você não tem como recuperar e isso para Deus tem um valor incalculável. Romanos 12:1.

 

            “Recomendamos ainda o seguinte: aconselhem com firmeza os preguiçosos, animem os desanimados, ajudem os fracos na fé e tenham paciência com todos” (v 14 LH).

           Para aconselhar e também para animar precisamos fazer uso de que?

           De palavras é obvio. Então veja Colossenses 4:6. “Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados” (Tiago 5:20).

 

             “Tomem cuidado para que ninguém pague o mal com o mal. Pelo contrário, procurem em todas as ocasiões fazer o bem uns aos outros e também aos que não são irmãos na fé (v 15 NTLH).

           O mal não procede de Deus e por essa razão não deve fazer parte da vida daqueles que estão se preparando para morar no Céu. Fazer o bem, sempre, é o conselho. E ainda há um desafio – praticarmos o bem junto àqueles que não pertencem a igreja.

 

             “Estejam sempre alegres (v 16 BV).

           “Seja o coração alegre sempre...” Você já ouviu esta frase? HA nº. 219. Por que o coração deve ser sempre alegre? Se os motivos apresentados no hino não forem suficientes, acrescento-lhes mais um: saúde (Pv 17:22).   

 

            Orem continuamente (v 17 NVI).

           A oração é um meio essencial para vivermos em sintonia com Deus. Entre outros benefícios, a oração enche-nos de paz e de esperança. Por isso devemos orar com frequência (Fil. 4:6-7). Qual é a sua definição de oração?

           Depois de estudar por um bom tempo, eu elaborei a minha: “Orar é o reconhecimento da supremacia divina sobre nossas vidas; é o reconhecer de nossa total dependência de Deus”. É fato. Quem não reconhece a supremacia divina em sua vida e tampouco reconhece sua total dependência de Deus não ora. Pode até orar, mas, não tanto quanto deveria.

            Você está em crise? Que tipo de crise você está enfrentando?

            A epístola de Tiago é uma carta de Deus as pessoas que estão em crise. Há momentos na vida da gente que nada mais resolve. Quando tudo falha, vamos descobrir juntos o que Tiago nos aconselha a fazer: Tiago 5:13-18.

 

             “Sejam sempre agradecidos, haja o que houver porque esta é a vontade de Deus para com vocês que pertencem a Jesus Cristo” (v 18 BV).

           Agradecidos quando? Esta passagem nos remete a outra passagem de Paulo – Romãs 8:28. Como, por exemplo, a perda de um ente querido pode colaborar para o nosso bem? É aqui que entra em cena a fé.  “Deus não conduz jamais Seus filhos de maneira diferente da que eles escolheriam se pudessem ver o fim desde o princípio, e discernir a glória do propósito que estão realizando como Seus colaboradores” (CBV, pág. 479).

 

             “Não atrapalhem a ação do Espírito Santo” (v 19 LH).

           Certa vez Jesus afirmou – “Quem comigo não ajunta espalha” Mt 12:30; Lc 11:23).

           A carta que contêm esta frase não foi dirigida a pessoas do mundo, aqueles que estão fora da igreja – veja I Tess 1:1.

           Dá para acreditar que eu e você atrapalhamos a ação do Espírito Santo? Ele deve, Ele precisa agir neste mundo. Mas de que ferramentas Ele dispõem para realizar Sua tarefa? Ele só fará isso Se utilizando de você e de mim. O que devo fazer então? Desejar e consentir.  

 

           “Não desprezem as profecias” (v 20 NTLH). “Ponham a prova tudo  o que for dito, para terem a certeza de que é verdade, e se for, então aceitem (v 21 BV). É a tentativa divina em tornar o caminho de volta mais fácil. São placas de sinalização colocadas por  Deus na estrada que nos conduz ao Céu. Eu posso chegar ao destino ignorando as placas? Pode. Mas certamente será mais difícil. Você corre o risco de se envolver em acidentes, de pegar atalhos, se perder. Pense nisso.

 

            Abstende-vos de toda espécie de mal” (v 22 AVR).

           Ver, ouvir, tocar, cheirar, comer, beber. É através destes atos que você permite que o inimigo tenha acesso a sua mente. Em Filipenses 4:8 o apóstolo Paulo mostra-nos o padrão que Deus espera de seus filhos e filhas.

 

           Conclusão

           Como ser humano eu reconheço minha total incapacidade de promover as transformações necessárias em sua vida e mesmo na minha para juntos estarmos prontos para a vinda do Senhor. Mas eu posso, você pode. Nós podemos juntos orar:

“Que o próprio Deus de paz faça vocês inteiramente puros, e que o espírito, alma e o corpo de vocês sejam conservados fortes e irrepreensíveis até aquele dia quando nosso Senhor Jesus Cristo voltar” (v 23 BV). “Aquele que os chama é fiel, e fará isso” (v 24 NVI).

           Este é o meu desejo e a minha oração. Amém!!!

 

 

          

sexta-feira, 12 de abril de 2013

PREGANDO COMO O DIABO


            O diabo é um pregador. Do terceiro capítulo da Bíblia em diante, ele está abrindo a Palavra de Deus para as pessoas, procurando interpretá-la, aplicá-la, para oferecer um convite. A velha Serpente do Éden vai em direção à primeira mulher não como uma fumaça negra e símbolos ocultos, mas com a Palavra que ela recebeu do Deus dela – com a peculiar interpretação distorcida da serpente. Em todo o restante dos livros da Bíblia ele faz o mesmo, implícita ou explicitamente.

            Em todo o Velho Testamento, ele prega a paz – assim como fazem os anjos de Belém – só que ele faz quando não há paz. Ele aponta a povo de Deus para os detalhes da adoração ordenada por Deus – sacrifícios, ofertas e dias de festa – apenas sem os preeminentes mandamentos de amor, justiça e misericórdia. Satanás até prega a Deus – sobre os próprios motivos necessários para um discipulado piedoso por parte dos servos de Deus.

            No Novo Testamento, a ilusão satânica leva os escribas, fariseus, e saduceus a olhar atentamente e constantemente os textos bíblicos, mas esquecendo que eles apontam para Jesus Cristo. Eles chegam à conclusões que têm fundamentos parcialmente bíblicos – as mensagens do diabo são sempre expositivas; eles apenas evitam Jesus intencionalmente.

            Assim, os escarnecedores se sentiram completamente a vontade perguntando como um homem que veio de Nazaré poderia ser o Messias, quando o Rei viria Belém. Eles se questionam como o Filho do Homem pôde ser crucificado quando a Bíblia diz que ele vive para sempre. Quando Jesus diz que aqueles que o seguem devem comer o seu corpo e beber o seu sangue, há uma pouca dúvida que o Inimigo estava lá para apontar para as multidões sobre a proibição de Levítico acerca do consumo de sangue humano. Quando a multidão inspirada por Satanás crucificou Jesus, eles fizeram isso apontando para textos bíblicos que falavam sobre a execução de blasfemadores e insurgentes (Deuteronômio 21).

            Quando a Igreja primitiva extrapolou os limites de Jerusalém, Satanás está lá, com falsos ensinamentos, para pregar todos os tipos de coisas que parecem estar de acordo com a Palavra de Deus – da libertinagem ao legalismo passando por espiritualidade exacerbada e carnalidade. Ele nunca para de pregar.

            Falsos ensinamentos são enfadonhos

            Mas o diabo é enfadonho. Isso parece exatamente o contrário do seria verdade sobre Satanás. Pensamos no tentador – e em suas tentações – como sombriamente excitantes, tentadores, aparentemente irresistíveis.

            Mas isso não é o que acontece. O falso ensinamento nas Escrituras – e nas igrejas de todos os tempos – é enfadonho. Leia as exposições dos conselheiros de Jó – e compare com a proclamação de Deus no final do livro de Jó. Leia o que Balaão foi pago para pregar comparado com o que ele anunciou através do poder do Espírito.

            Pregação satânica é enfadonha porque o objetivo não é envolver as pessoas com a pregação. É deixar os “desejos da carne” em paz, para que os ouvintes possam continuar em seus cativeiros para o príncipe das potestades do ar.

            Para alguns, sermões inertes são um sinônimo de piedade.

            Afinal, o Apóstolo não nos adverte sobre “um discurso eloquente” (1 Coríntios 2:1)? Mas o tipo de retórica que Paulo está criticando aqui não é excitante – era a moda na época em que a retórica grega estava em todo lugar. Paulo não contrasta o discurso comprometido com o discurso inerte, mas a demonstração de habilidade humana com a “demonstração do Espírito e do Poder” (1 Coríntios 2.5). De fato, o que Paulo diz em sua mensagem é “Sabedoria de Deus, do mistério que estava oculto”(1 Co 2.7), a descoberta de um antigo mistério que revela o significado de tudo.

            Jesus, muitas vezes, foi mal recebido – mas ele nunca cansava. Quando dele pregava, demônios gritavam, multidões ofegavam, e cultos, às vezes, terminam com tentativas de execução ao invés de apelos. Os profetas antes dele e os apóstolos depois dele eram assim também. Eles provocavam gritos de felicidade ou mandados de prisão, mas nunca incitavam bocejos.

            Se pessoas perdidas não gostam de sua mensagem porque elas são hostis ao evangelho, você está no caminho certo. Mas se você está cansando o povo de Deus com a Palavra de Deus, alguma coisa está seriamente errada. Pode ser que você esteja pregando como o diabo, e nem sequer sabe disso.

            Ouvir de Cristo não é enfadonho

             Às vezes, pregadores aborrecem porque não entendem a natureza das Escrituras. A Bíblia, afinal, prende não somente o intelecto, mas também as afeições, a consciência, a imaginação. Por isso o cânon inclui histórias e parábolas, poesia e provérbios, cartas e visões. Sermões inertes muitas vezes traduzem a variedade cativante da Escritura em um tédio chato de um discurso acadêmico ou a chata banalidade de um manual de “como fazer”.

            Então, se você se encontra traduzindo um salmo dentro da estrutura de uma epístola de Paulo antes de pregá-lo, você não está deixando a Escritura fazer o seu trabalho de fascinar o coração do povo. E você não entende o significado do texto – um significado que é mais do que um simples ajuntamento de ideias.

             Nem mesmo a mais diretas e rigorosamente doutrinárias passagens da Escritura são apenas intelectuais. Os apóstolos são pregadores visuais. Paulo fala de arrancar os olhos (Gálatas 4.15) e de dar o seu corpo para ser queimado (1 Coríntios 13.3), e ele se compara a uma mãe que amamenta (1 Tessalonicenses 2.7). Tiago escreve de uma língua em chamas (Tiago 3.6) e de corações fartos como em dia de abate (Tiago 5.5).

            A revelação bíblica está longe de ser enfadonha. É a mais excitante e envolvente história imaginável, e é por isso que é uma influência tão grande nos épicos, no teatro, na poesia e na música.

            Pregadores que deveriam ter raiva desse tédio podem começar a ouvir o poder literário do texto. Isso significa, por exemplo, aprender a formar uma imaginação moral que pode ser inflamada pelas escrituras. Pelo bem da sua congregação, limite seu tempo de televisão e pare de navegar na Internet por horas a fio. Leia uma boa ficção e alguma poesia, e ouça o que as histórias têm a dizer – e assim, forme uma imaginação que reconhece estrutura, beleza, e coerência literária.

            Confrontar o Diabo não é enfadonho

            Alguns pregadores aborrecem porque entendem mal a natureza rebelde do homem. Sermões são chatos normalmente porque, no melhor dos casos, se baseiam em abstrações, o no pior deles, em clichês e chavões batidos. Ideias abstratas podem facilmente estar distantes do pecado do homem – e frases de efeito e slogans reciclados são familiares demais para intimidar. Satanás ama pregações assim, porque isso deixa a sua autoridade sobre a rebeldia humana livre de ameaças.

            Isso é o que é frequentemente mal entendido sobre a pregação “coceira nos ouvidos” que o Apóstolo Paulo avisa a Timóteo (2 Timóteo 4:3). O que excita os ouvintes apóstatas é o ensino “para atender às suas próprias paixões”. Eles estão apaixonados por seu pecado, e os mitos que o suportam. Eles querem ensinamentos calmantes, monótonos e chatos – do tipo que os deixarão em paz.

            Muitas vezes o pecado tem sido deixado em paz menos pelos pregadores que aprovam o pecado de púlpito do que pelos pregadores cujos sermões são tão vagos e abstratos que os ouvintes são capazes de se esquivar da força da proclamação. Como Saul que se convenceu que tinha conseguido o comando de Deus para destruir “todas” as propriedades dos Amalequitas (1 Samuel 15), todos nós estamos propensos a nos esquivarmos da natureza perspicaz da proclamação bíblica. Vagas abstrações não expõe a consciência. Não é o suficiente dizer, “Maridos, amem as suas esposas”; em vez disso, nós devemos apontar o que isso se parece, com a concreta aplicação, e o que isso não é.

           Isso também significa que nós devemos reconhecer que nossa pregação é sempre subversiva. Toda palavra pregada é um subterfúgio na batalha espiritual contra o maligno. Devemos, então, ser como o Apóstolo Paulo, aprendendo a não ser “ignorantes em suas intenções” (2 Coríntios 2.11).

            O Profeta Natã entende que as vagas abstrações não iriam expor a consciência do Rei Davi. Davi, afinal, sabe que adultério é errado; ele só acha que é justificado nisso, ou que não é adultério se o rei que o faz, ou milhares de outras possíveis desculpas. Natã ignora a auto-proteção de Davi fazendo-o concordar com o erro de um homem que rouba uma ovelha – e depois volta o holofote acusador para o monarca como agressor.

            Jesus faz a mesma coisa. Ele mostra como seus ouvintes estão fugindo do texto – contraditando-os com a ideia de ser um irmão de um Samaritano, ou perguntando como demônios podem expulsar demônios, ou mostrando aos Saduceus que negavam a ressurreição como são ridículos quanto à ressurreição que não se enquadra sequer com a sua própria leitura de Moisés.

            Os apóstolos dão continuidade a esse tipo de pregação. Pedro o amor de seus ouvintes pela aliança de Davi – e assinala que eles poderiam desenterrar o cadáver de Davi se quisessem, mostrando que as promessas pertenciam ao seu Maior Filho. Paulo mostrou aos Atenienses como eles realmente não acreditavam no que eles diziam que acreditavam sobre deuses desconhecidos e adoração a ídolos.

            Rompendo as Fortalezas

            A melhor maneira de despistar o maligno é antecipar como o poder dele procurará contrariar a sua pregação. É útil para mim, quando estou me preparando para pregar, pensar em todas as maneiras que o meu próprio coração tenta se esquivar da verdade do texto. Certa vez, quando estava estudando para pregar uma bem aventurança, percebi que estava tratando o texto exatamente como um liberal iria tratar uma passagem proibindo mulher no ministério pastoral: “Bem, não há como significar isso, o que parecer dizer, então…”

            Quanto mais você conhece do seu povo, suas lutas e triunfos, e quanto mais você conhece da natureza humana, melhor você sabe como pregar sermões que podem romper as fortalezas e ganhar atenção. O que não garante que as pessoas vão gostar do que você vai dizer, mas isso ajuda a garantir que eles vão ouvir o que foi dito.

            Da mesma forma, lembre-se que você está falando de Cristo. Há uma paixão e uma gravidade que deve vir com o fato de estar no lugar do Único ao qual foi concedida toda autoridade.

            Um sermão de despejo de informação – com um PowerPoint esboçando pontos, sub-pontos, sub-sub-pontos – podem “seguramente” afastar as pessoas de Cristo. Um sermão que simplesmente reúne e regurgita o que você leu em comentários pode fazer da Palavra de Deus uma questão de cognição, não de submissão. Uma lista remendada de dicas para a vida podem fazer facilmente que seu povo ignore a Palavra, assim como eles ignoraram o plano de perder peso dos comerciais na televisão ou nas campanhas publicitárias de fio dental que eles vêem da cadeira do dentista

            O diabo não se importa com sermões enfadonhos, contanto que você permita que ele pregue também. Ele não se importa que a Palavra seja ouvida, contanto que sejam os desejos que animem o povo. E ele não se importa que o evangelho avance, contanto que o povo de Deus ouça as acusações dele (e todas elas são expositivas e biblicamente baseadas!).

           Mas se você agarra as pessoas com o drama do Evangelho de Cristo, se você choca eles para verem a antiga novidade da Palavra de Deus, então você terá uma insurreição demoníaca em suas mãos.

            Você prega verso por verso do texto? Você faz bem. Os demônios pregam também – e eles são enfadonhos.

 

 

Fonte: iprodigo.com

por Russell D. Moore - is the author ofAdopted for Life: The Priority of Adoption for Christian Families and Churches.He lives with his family in Louisville, Kentucky, where he serves as Dean of the School of Theology and Senior Vice-President for Academic Administration at The Southern Baptist Theological Seminary and as preaching pastor at Highview Baptist Church. He is a senior editor ofTouchstone.

Read more:
http://touchstonemag.com/archives/article.php?id=23-03-009-v#ixzz1l4g4Uoxv

Traduzido por Marianna Brandão | iPródigo.com | Original aqui

 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

BÍBLIA NO CÉU?


 

            Presentes em quase todas as metodologias de ensino, elas encerram algo fantástico, algo que entre todos os seres vivos, só os humanos são capazes de realizar – o ato de pensar, ou seja, na busca por respostas nosso cérebro é colocado para funcionar.

 

            Obviamente estamos falando das perguntas. Possuem mil e uma utilidades. Exageros a parte, através delas é possível provocar, especular, fofocar, intimidar, aproximar, distanciar, humilhar, e tantas outras coisas, mas, principalmente como ferramenta, nos inúmeros processos de aprendizagem.  Aprender/ensinar/perguntar – caminham inseparavelmente juntos.  

 

            Assim aconteceu no sábado 30.03.13, durante a recapitulação da LES, na IASD Central Campo Largo PR, um membro da Unidade Evangelizadora que dirigíamos, motivado pelo palpitante assunto da Recriação (LES 1312013), fez-nos a contundente pergunta: No Céu haverá Bíblia?

 

            Respondi afirmativamente que sim e complementei. Talvez, não impressa em folhas de papel, ou em alguma outra forma de tecnologia conhecida. É verdade que livros (registros) são mencionados, em diversos locais nas Escrituras Sagradas, como existentes no Céu (Apoc 5:1, Apoc 20:12). No caso em questão, reafirmei, a Bíblia estará presente no Céu e por uma razão muito simples; ela é a Palavra de Deus. Deus é eterno; portanto ela subsistirá para sempre juntamente com seu legítimo autor.

 

            Achei tão oportuna a pergunta que resolvi levar a questão adiante. Levar a questão adiante entenda-se por meditar sobre o assunto. Surpreendentemente em meus quase 40 anos de igreja já ouvi muitas perguntas acerca do Céu, contudo jamais ouvi alguém proferir tal indagação: Bíblia no Céu?

 

            Evidentemente ela passará por algumas atualizações. Quem se habilitará para realizar este “upgrade”? Mesmo no Céu ninguém se atreveria a cometer tamanha leviandade. Somente o próprio Deus, haja visto que a própria Bíblia encerra maldições a quem acrescentar ou tirar  algo de suas páginas ( Apoc 22:18-19); logo, somente o seu próprio autor tem idoneidade suficiente para promover qualquer alteração.

 

            Foi aí que deparei-me com uma questão no mínimo inusitada: Uma vez que a Palavra de Deus é perfeita, santa, justa e boa (como o é o próprio Deus) , qual a real necessidade de uma atualização?

            Não podemos esquecer que com a entrada do pecado em nosso mundo, nosso relacionamento com Deus foi tremendamente alterado. A partir de então, nascidos com tendências pecaminosas, os seres humanos passaram a ter atitudes, reações e desejos até então desconhecidos. Mentir, difamar, injuriar, caluniar, trair, cobiçar, adulterar, fraudar, furtar, roubar, violentar, matar passou a fazer parte de nosso cotidiano.

 

            Para que não pairasse nenhuma dúvida, Deus, em sua infinita misericórdia, procurou revelar-nos através de seus santos, os profetas, Seus mandamentos, ordenanças, leis e princípios admoestando-nos com muitos não... não... não. Fazia-se necessário mostrar aos seres humanos caídos, que tais procedimentos eram contrários à Sua vontade e que dEle não procediam. Por conta do pecado a Sua lei teve de sofrer, digamos assim, uma adaptação, um desmembramento até então desnecessário.

 

            Felizmente com a criação de novos céus e nova terra, totalmente livres do pecado e de suas manifestações, onde todas as coisas se farão novas, uma vez que todo o Universo estará vacinado contra o mesmo, tais admoestações se farão desnecessárias.

 

            Por outro lado é muito provável que a Palavra também receberá inserções e acréscimos com verdades que a nossa condição mental atual, severamente limitada pela ação do pecado, é incapaz de assimilar.

            Certa vez, enquanto esteve entre nós, foi perguntado à Jesus qual seria o grande mandamento, ao que Ele respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”. (Mateus 22:37-40). Estes dois mandamentos constituem-se princípios que nortearão o Universo por toda eternidade.

            Regozijo-me em saber que o Céu será entre outras coisas, um lugar de aprendizagem, de ensinamentos, de perguntas onde todas as nossas dúvidas serão dirimidas, inclusive por alguém nada mais nada menos que o próprio Criador.  Assevera-nos a pena inspirada: “Todos os tesouros do Universo estarão abertos ao estudo dos remidos de Deus. Livres da mortalidade, alçarão voo incansável para os mundos distantes – mundos que fremiram de tristeza ante o espetáculo da desgraça humana, e ressoaram com cânticos de alegria ao ouvir as novas de uma pessoa resgatada. Com indizível deleite os filhos da Terra entram de posse da alegria e sabedoria dos seres não caí­dos” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 677).

            Que até a concretização de nossa bendita esperança Deus nos conceda a graça de existir em nossas fileiras pessoas sempre dispostas a aprender, ensinar, perguntar e assim possamos todos, a semelhança de Jesus crescer em estatura, sabedoria e graça não somente diante dos homens, mas principalmente diante de Deus.

            Permitamos a Deus concluir a boa obra da redenção em nós iniciada.

            É o meu desejo e a minha oração. Amém!!!

 

 

           

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

ORAÇÃO TRANSFORMADORA


 
           Introdução

           Gostaria de poder afirmar que sempre fui um grande homem de oração. A verdade é que a oração é uma das coisas com as quais cresci. Sendo você um cristão, deve orar.                 

           Mas algumas situações desafiadoras em anos recentes fizeram vacilar minha compreensão da oração, de modo que comecei a procurar entendê-la melhor. É difícil definir com precisão o que é a oração. Um autor anônimo declara: “O objetivo final da oração – se é que efetivamente existem outros – é reduzir o espaço existente entre nós e Deus.”

           Mas, de forma mais específica, o que faz a oração? Para obtermos certa perspectiva, observemos a vida de uma pessoa conforme apresentada no drama que conhecemos como Bíblia – o profeta Jonas. Sua história é bem conhecida. Esse profeta viveu em torno do ano 700 a.C. Deus o comissionou a ir à capital da Assíria, a arqui-inimiga de Israel, a fim de anunciar sua destruição.

Sem uma única palavra, Jonas embarca num navio não rumo à Assíria, mas a Társis. A maioria dos historiadores bíblicos concorda que Társis ficava na Espanha, a mais de 3.000 quilômetros a oeste de Nínive. Jonas estava literalmente fugindo para o limite extremo de seu mundo conhecido.

           Deus manda um violento temporal a fim de lembrar a Jonas qual é a sua missão. Como último recurso, os marinheiros concordam em lançar Jonas fora do barco, pois ele insiste em ser a própria causa do problema. A tempestade se amaina quando Jonas submerge nas águas e um grande peixe o traga, tornando-se sua “casa” durante os três dias seguintes. Um Jonas relutante e rebelde é introduzido no peixe, mas algo dramático ocorre no interior do animal – o início de uma metamorfose, uma transformação.

           Achamos a história em Jonas 2:1-8: “Ali de dentro do peixe, Jonas orou ao Senhor seu Deus, dizendo: ‘Oh, Senhor Deus, na minha aflição clamei por socorro, e Tu me respondeste; do fundo do mundo dos mortos, gritei pedindo socorro, e Tu ouviste a minha voz. Tu me atiraste no abismo, bem no fundo do mar. Ali as águas me cercavam de todos os lados, e todas as Tuas poderosas ondas rolavam sobre mim. Pensei que havia sido jogado fora da Tua presença e que não tornaria a ver o Teu santo Templo. As águas vieram sobre mim e me sufocaram, o mar me cobriu completamente, e as plantas marinhas se enrolaram na minha cabeça. Desci até a raiz das montanhas, desci à terra que tem o portão trancado para sempre. Tu, porém, me salvaste da morte, ó Senhor meu Deus! Quando senti que estava morrendo, eu lembrei de Ti, ó Senhor, e a minha oração chegou a Ti, no Teu santo Templo. Aqueles que adoram ídolos, que são coisas sem valor, deixaram de ser fiéis a Ti. Mas eu cantarei louvores e Te oferecerei sacrifícios, e cumprirei o que prometi. A salvação vem de Deus, o Senhor’” (Nova Tradução na Linguagem de Hoje).

           Um Jonas relutante, mas redivivo, eleva uma oração, um apelo do fundo do coração a seu Deus, marcando assim o início de sua transformação.

           Existem três notáveis qualidades na súplica de Jonas, três formas pelas quais as nossas orações poderão conduzir-nos à transformação pessoal.

 

           Primeira: ele sabe com quem está falando

           Em Jonas 1:8, quando estruge o violento temporal, os marinheiros começam a interrogá-lo: “Quem é responsável pelo que nos está sucedendo? A que povo pertence você?” Jonas responde: “Sou um hebreu, e temo ao Senhor, o Deus do céu, que fez o mar e a terra”.

           Para entender a transformação, temos de compreender o Transformador. Jonas podia estar irritado e confuso, mas ele não perdera de vista quem era Deus. Ao iniciar sua oração, ele sabe que está se aproximando do Soberano do Universo. Das entranhas do peixe, Jonas clamou ao Senhor seu Deus.

           Se nossas orações se tornaram fracas, ineficazes ou ritualísticas, pode ser que tenhamos perdido de vista a Pessoa com quem estamos falando. No esforço por remover o temor, temos enfatizado o “Abba”, o “Paizinho Celestial”, em detrimento do outro lado da moeda. O autor de Hebreus encerra o capítulo 12 dizendo: “Nosso Deus é um fogo destruidor.”

           O que ocorreria se o presidente do seu país escolhesse ao acaso cinco pessoas para irem ao seu gabinete, cada uma podendo ficar ali durante 15 minutos, e você fosse uma delas? Já lhe informaram previamente que durante esses minutos você poderia pedir ou perguntar qualquer coisa ao presidente.

           Ao entrar na sala, você poderia dizer rapidamente: “Senhor presidente, obrigado por manter seguro o nosso país e por fazer a economia funcionar bem. Continue a cuidar de cada um de nós e assegure-se de que haverá suficientes fundos na Previdência Social para eu receber a minha aposentadoria. Até logo!”

           Mude umas poucas palavras e dirija-as a Deus, e você estará diante de muitas das orações feitas neste nosso mundo apressado. Alguns de nós perdemos de vista a realidade de Deus, que é tanto o Paizinho Celestial quanto o Fogo Consumidor.

           Um amigo de Martinho Lutero relata o seguinte: “Certa vez ouvi-o em oração... Fazia-o com tanta reverência, como se estivesse falando com Deus, ao mesmo tempo com tanta confiança como se falasse a um amigo.” Outro autor escreveu o seguinte: “Se tão-somente parássemos para nos aperceber de que nesse privilegiado momento da oração o Criador do Universo Se dispõe a ouvir-nos, a caminhar conosco, a assegurar-nos Sua atenção não-dividida por tanto tempo quanto desejarmos, nossas vidas espirituais seriam transformadas.”

           Jonas sabe quem é a Pessoa com a qual fala, a ponto de se expressar utilizando tempos verbais no passado, embora ainda se encontre no abismo!

 

           Segunda: durante a oração ele é honesto com Deus

           Existem várias formas da palavra “oração” em hebraico, comportando várias conotações. Entre essas se encontra “palal”, usada em Jonas 2:1, cuja definição primária é “intervir, lançar-se a si mesmo no meio de”. O mesmo termo hebraico é utilizado quando os israelitas suplicam a Moisés que ore a Deus pedindo que sejam removidas as serpentes mortais.

           Trata-se de uma forma intensa de oração. Alguém disse: “Cada cristão deveria realizar uma oração agressiva pelo menos uma vez ao dia.” Esse é exatamente o tipo de oração apresentada por Jonas. Ele inicia um diálogo brutalmente honesto com Deus, lançando-se a si próprio sobre a misericórdia divina, confessando que mereceu ser tragado pelo temporal marítimo, e que chegara a acreditar que fora banido da vista de Deus. Ele fala até mesmo em haver sido “embrulhado” na embalagem das espessas e fétidas algas marinhas!

           Numa passagem de Mark Twain em “The Adventures of Huckleberry Finn”, Huck apresenta uma crise de consciência. Aqui estão suas palavras (a gramática também é dele): “Decidi orar e ver se poderia tentar deixar de ser o tipo de garoto que era e tornar-me melhor. Assim me ajoelhei. Mas as palavras não vinham... Não adiantava tentar me esconder dEle (referindo-se a Deus) e nem de mim mesmo. Eu sabia muito bem por que elas não vinham. Era porque meu coração não estava correto... Lá no fundo eu sabia que era uma mentira e Ele também. Você não pode fazer uma oração mentirosa - foi isso que descobri.”

           Jonas vivera uma mentira até esse ponto, mas num momento de catarse, ele expõe a alma nua em honesto diálogo com Deus.

 

           Terceira: ele se compromete com um curso de ação

           Essa é minha parte favorita na oração. Recapitule Jonas 2:9: “Cumprirei aquilo que votei.” Jonas encerra a oração comprometendo-se a um determinado curso de ação. Ele não lança sortes na corte divina, esperando uma resposta. Tenho problemas com a mentalidade que assevera que, pelo fato de ser impossível viver segundo os padrões da lei, devo orar: “Deus, nada sou, nada posso fazer, desta forma Te peço que o faça”. Em algumas oportunidades existe mérito e apoio bíblico para esse tipo de oração, mas com demasiada frequência tal atitude nada mais é que uma escusa. Entregamo-nos à complacência de esperar que Deus atue, liberando-nos convenientemente da responsabilidade. Dizemos: “Deus, já orei, de modo que sabes onde me encontrar. Amém!”

           Jonas dá passos ativos para redirecionar sua vida. “Senhor, sei quem sou e quem desejo ser. Estou tomando o primeiro passo nessa direção.” Esses não são passos para assegurar uma oração atendida; constituem, antes, mudanças fundamentais na forma de pensar e que resultam em ações transformadas. Esse é um dos mais poderosos efeitos da oração!

           Jonas, filho de Amitai, rebelde, confuso e amedrontado, agora reaparece vivo, focalizado e sem temor, embora ainda se encontre nadando no ventre do peixe! George Meredith, escritor do século XIX, declarou-o expressamente: “Quem se levanta da oração sendo um homem melhor, é porque teve sua oração atendida.”

 

           Conclusão

           Não estou afirmando que exista uma transformação instantânea e permanente. Jonas se compromete e avança, e então desaba novamente. Sua compreensão do caráter de Deus e de sua própria missão ainda são limitados. Quando os ninivitas creem e se arrependem, o profeta se irrita, pensando que agora tanto ele quanto Deus parecerão fracos, pois a destruição não ocorrerá. A transformação constitui tanto uma escolha diária quanto a obra de toda uma vida.

           De acordo com a Palavra de Deus e o testemunho de Jonas, se você se sente dominado pelo estresse, uma espécie de morto-vivo, cheio de dúvidas e insatisfação com aquilo que é e com sua vida espiritual, lembre-se de que você tem acesso a um recurso capaz de conduzi-lo a um novo lugar. A oração constitui o meio de transporte para a transformação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

           Costin Jordache é membro da equipe pastoral e diretor dos ministérios de mídia na igreja da Universidade de Loma Linda, Califórnia, EUA, onde implementa vários projetos para televisão e mídia digital. Seu e-mail é: cjordache@lluc.org