quinta-feira, 23 de março de 2017

O MESTRE POR EXCELÊNCIA



            Introdução
            Toda pessoa curiosa, sempre procura aprender mais e mais e convenhamos, conhecimento nunca fez mal a ninguém, ainda mais quando se tem a felicidade de ter bons professores. Aprender, estudar, pesquisar torna-se um hábito muito prazeroso.
            No entanto, ninguém se compara ao maior Mestre do mundo. Quando esteve exercendo seu ministério terrestre Ele fez muitas coisas: Curou, alimentou,aconselhou, pregou, exorcizou, contudo o que Ele mais fez foi ensinar. E como ensinou; ensinou lições de vida!
           
            Objetivo da mensagem
            Mostrar que a Palavra de Deus é uma fonte inesgotável de conhecimento e saber que salvam, especialmente quando são lições de vidas ensinadas pelo próprio Jesus.

            1. A equação Deus/pessoas/coisas não pode ser alterada sem alterar o DNA da vida.
            Podemos dizer que aqui, equação significa que a sua, a minha, a nossa escala de valores deve seguir rigorosamente esta ordem. Quando perguntaram a Jesus qual o maior dos mandamentos, ele citou dois que não faziam parte do decálogo divino. E acredite, são estes dois que vão reger a nossa conduta, bem como a de todo o universo, por toda a eternidade. “E Jesus disse-lhe: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:37-39).
            Já dizia o Pr. Nepomuceno de Abreu: “Você deve adorar a Deus, amar as pessoas e gostar de coisas”. Haja assim e você não só amontoará brasas vivas sobre as cabeças de seus algozes, como também colecionará estrelas em sua coroa.

            2. O pecado é tudo que enfraquece o amor e destrói a vida, enquanto o amor é tudo que enfraquece o pecado e fortalece a vida.
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            Será que ainda assim devo perguntar o que é pecado? E você dirá: Só o senhor não sabe que pecado é a transgressão da lei. Mas pergunto: Transgressão de que lei? Da lei divina, é óbvio. E o que acontece a quem viola a lei?
            Por isso não brinque com o pecado. Ninguém é suficientemente forte para brincar com ele e sair ileso. Você ira se machucar, irá machucar os que estão a sua volta e ainda por cima estará colocando em risco a sua salvação!
            “Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5:16).
            É essencial que reconheçamos: Doente é o estado em que todos nós nos encontramos!

            3. A vida é igual a uma semente, que precisa morrer para ressuscitar, florescer e frutificar.
            Que figura de linguagem bonita. Uma metáfora maravilhosa! Contudo, dificílima para ser colocada em prática. Envolve humildade, desprendimento, fé, confiança, paciência, dificuldades, tempo de espera e quando finalmente frutifica, o fruto não lhe pertence; pertence aos outros, ao mundo, a Deus.
Para que toda vitalidade latente, contida na semente se torne visível, há somente uma condição. Ela necessita submeter-se ao processo doloroso da dissolução: morrer.
Morrer para a semente significa decompor-se, mas, sem desaparecer. Mudar de forma, transformar-se, contudo, sem deixar de ser. Para a semente é o multiplicar-se.
No momento em que ela entra em contato com o solo, como que se decompõe, incha, explode, transforma-se em raízes e caule, desponta a flor da terra, volta-se para a luz, cresce, torna-se planta. Neste momento, as folhas e depois as flores e, finalmente, os frutos, não só a enfeitam, mas, sobretudo a fazem atingir aquele estágio para o qual foi criada: ser árvore útil.
Perguntas contundentes: Está você sendo útil à sua família, ao teu próximo, a sua comunidade, a sua igreja, ao seu Deus? Como anda seu testemunho? É você uma bênção?
Há muito tempo Deus chamou um homem e lhe disse: "Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção” (Gênesis 12:2 – NVI).  Isto aconteceu há mais ou menos 3800 anos. Hoje você sabe quantas religiões reverenciam o nome deste homem? Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. 
Cristianismo: É a maior religião do mundo, com cerca de 2.106.962.000 de seguidores. Islamismo: Possui aproximadamente 1.283.424.000 fiéis, é a segunda religião mais praticada no mundo. O Judaísmo é a sétima no ranking mundial e conta com aproximadamente com 15.000.000 de adeptos.
Abraão é o nome dele!

             4. Se eu quiser liderar, mais do que oferecer um ideal e comida para os seguidores, devo oferecer a própria vida.
           Você é líder ou exerce papel de liderança?
           Certa vez, enquanto Jesus exercia seu ministério terrestre, ele ouviu um dos pedidos mais estúpidos contidos na Palavra de Deus (Mateus 20). A esposa de Zebedeu, mãe de Tiago e João aproxima-se de Jesus e faz um inusitado pedido: “E ele diz-lhe: Que queres? Ela respondeu: Dize que estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino” (Mateus 20:21).
            Vocês acham que naquele exato momento os dois discípulos tinham idoneidade suficiente para exercer alguma espécie de liderança? Antes que você possa responder a pergunta deixe-me explicar o que é que faz de alguém um líder. É necessário possuir a capacidade de tomar a maior parte das iniciativas num grupo; dirigir e orientar, decidir e não simplesmente mandar. 
            A resposta de Jesus: Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabeis o que pedis” (Mateus 20:22). Naquele contexto específico, Jesus colocou a eles e a nós por extensão o seguinte princípio: Se queres ser líder, você deve ter disposição suficiente para oferecer a própria vida. Numa palavra: sacrificar-se!


           5. A distância entre o limite do meu poder e o poder ilimitado de Deus, entre meu conhecimento imperfeito e a verdade absoluta, entre meu deleite passageiro e a felicidade eterna só pode ser transposta por meio daquele que é o caminho.
            Quem é o caminho?
            “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). Ainda que não houvesse necessidade de referendar uma afirmação de Jesus, Lucas o fez: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12).
            Moral da história: Não cave para si próprio, “cisternas rotas, que não retêm águas” (Jeremias 2:13) ! Em outras palavras: Que não o conduzirão a salvação!
  

            6. Observando o esplendor e o ritmo da natureza, terei mais chance de não ficar ansioso para experimentar todas as emoções em um único dia.
            Eclesiastes, no capítulo 3, versículos 1-8, Versão  A Mensagem afirma que:
            “Nessa vida tudo tem sua hora; há um tempo certo pra tudo!
            Há hora de nascer e hora de morrer, Há hora de plantar e hora de colher, Há hora de matar e hora de curar, Há hora de destruir e hora de construir, Há hora de chorar e hora de rir, Há hora de lamentar e hora de se alegrar, Há hora de fazer amor e hora de se abster, Há hora de abraçar e hora de se afastar, Há hora de ganhar e hora de contar as perdas, Há hora de segurar e hora de largar, Há hora de arrancar e hora de consertar,
Há hora de calar e hora de falar, Há hora de amar e hora de odiar, Há hora de iniciar a guerra e hora de fazer a paz. 
            Mas, mesmo sendo inteligente, o autor do livro deixou escapar um detalhe que Jesus, O Mestre por Excelência, sabendo da ansiedade que dominaria os seres humanos  nos últimos tempos julgou conveniente compartilhar  conosco: Aprenda a observar o esplendor e o ritmo da natureza para não correr o risco de ficar ansioso para experimentar todas as emoções em um único dia.
            Em outras palavras: Deixe de ser afobado!

            7. Estar preparado para o maior dia de minha vida significa estar preparado todos os dias.
            Qual é o maior dia de sua vida?
            O dia da sua concepção. O dia de seu nascimento. De seu batismo. De seu casamento. Controvérsias a parte, a resposta mais sensata seria: depende.
           Depende de muita coisa, contudo, para nós adventistas do sétimo dia ele é chamado de a bem-aventurada esperança – o dia volta de Jesus!
            Mas suponhamos que Ele ainda demore um pouquinho e já o encontre descido à sepultura? A Palavra de Deus afirma que: “Porque os vivos sabem que hão de morrer” (Eclesiastes 9:5). Esta é a única certeza que nos, os vivos temos. A única exceção serão uns poucos privilegiados que estarão vivos por ocasião da 2ª vinda de Jesus. Por isso, vivamos o dia de hoje como se Jesus voltasse amanha!
            Por isso meu amado irmão, minha querida irmã, você meu caro visitante que ainda não entregou seu coração a Jesus, não negligencie o devido preparo por nada deste mundo. O seu destino eterno depende dele. A decisão não pode ser postergada para amanhã, para semana que vem, para mês que vem, para ano que vem! É por esta razão que está escrito quatro vezes: “Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações”(Salmos 95:7; Hebreus 3:7; Hebreus 3:15; Hebreus 4:7).
           
            Conclusão
            Você encara a vida como estudante? Cuidado!
            O pecado faz você se iludir com a ideia de que pode conseguir o conhecimento de Deus por meio das coisas. Uma inversão perigosa!
            A salvação evidencia que você precisa conseguir o conhecimento das coisas por meio de Deus. Esta é a forma correta de agir: A observância dos princípios divinos.
            Um bom começo: Se você sabe que nada sabe e deseja aprender, o conhecimento virá a seu encontro. O maior professor do mundo, O Mestre por Excelência, pode ser o seu professor particular.
            É o meu desejo e a minha oração. Amém!!!



© Nelson Teixeira Santos


quarta-feira, 22 de março de 2017

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA


           Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
           A ONU redigiu um documento em 22 de março de 1992 - intitulado "Declaração Universal dos Direitos da Água"
           O texto merece profunda reflexão e divulgação por todos os amigos e defensores do Planeta Terra, em todos os dias.

           1 - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.

           2 - A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.

           3 - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

           4 - O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

           5 - A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

           6 - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

           7 - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

           8 - A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

           9 - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

           10 - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.






Fonte: ONU (Organização das Nações Unidas)

terça-feira, 14 de março de 2017

O PECADO DA CONIVÊNCIA


“Não te tornes cúmplice de pecados de outrem” (I Tim 5:22 - ARA).


            Introdução
            Talvez, por motivos óbvios, você nunca tenha ouvido falar sobre a existência de tal pecado em sua igreja e, dificilmente ouvirá, entretanto ele existe há muito tempo. Trata-se de uma das transgressões da Lei de Deus mais difundida em meio às instituições religiosas.

            A etimologia da palavra
            A palavra conivência não é encontrada na Palavra de Deus, mas sim uma correlata – cumplicidade.
            Segundo a Pequena Enciclopédia Bíblica O. S. Boyer, cúmplice é a pessoa que tomou parte num delito ou crime. Ela está presente em Mateus 23:30; Efésios 5:11; I Timóteo 5:22; II João 11 e em Apocalipse 18:4.
            A Grande Enciclopédia Larousse Cultural é mais contundente em definir conivência como: s.f. (Do latim conniventia, conivência, indulgência). Cumplicidade, conluio; acordo secreto, mancomunação e conivente como: adj. (Do latim connivens, conniventis). Diz-se daquele que está secretamente de acordo com outrem para a prática de alguma ação condenável; cúmplice, comparsa.

            Tudo em nome de Deus
            Não é novidade para ninguém que em nome de Deus já se travaram muitas batalhas e guerras. Pessoas foram, são e serão, em nome de Deus, perseguidas, presas, violentadas, torturadas e mortas. Durante os 1260 anos de supremacia papal (538 d.C. /1798), por exemplo, o mundo viveu uma das páginas mais horrorosas de sua história. Os livros de história geral, museus, estão aí para quem quiser saber mais a respeito.
            Durante este período de supremacia papal, a igreja romana matou mais pessoas do que a 1ª (9 milhões) e 2ª (entre 50 e 70 milhões) guerras mundiais juntas. Tudo feito em nome de Deus!

            Como já foi dito, a violência contra cristãos continua ativa. Sites como Missão A Voz dos Mártires e Missão Portas Abertas podem referendar tal afirmação.

 

            O x da questão

            As Cruzadas, a “Santa Inquisição”, entre outras, fazem parte da História Geral, são de conhecimento público, ou seja, todo mundo sabe ou pelo menos devia saber; mas o que dizer acerca daquilo que acontece nos bastidores das instituições religiosas? Será que você é tão ingênuo assim a ponto de achar que tudo no meio evangélico funciona como um verdadeiro relógio suíço? Que não exististe politicagem, nepotismo, favoritismo, corrupção. Acredite, existe sim e o que é pior; de forma velada e pior ainda, com a conivência de muitos, mas que por motivos diversos, se calam, consentem. 

            Trata-se de um assunto mantido a sete chaves ou quase. Sempre que alguém dos altos escalões de alguma entidade religiosa se envolve em alguma coisa estranha à missão da igreja, todo um arsenal de proteção é disparado visando resguardar a moral, o caráter, a dignidade do ungido, sob a alegação de o “ungido do Senhor é intocável”.

 

            Quando o vazamento acontece

            Pelo fato de estar escrito: “Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto” (Marcos 4:22); um belo dia as coisas mal feitas aparecem e aí, podem até virar livros como no caso da jornalista Marília de Camargo César ao escrever Feridos em nome de Deus, um retrato verídico de toda forma de abusos cometidos em nome de Deus.

             Na primeira orelha do referido livro está escrito: “Quando a fé se deixa manipular, pessoas viram presas fáceis de toda sorte de abuso. A confiança autêntica e sincera em Deus é gradualmente substituída pela submissão acrítica aos desmando de lideranças despreparadas. Carentes de acolhimento são habilmente capturados pela manipulação emocional de líderes medíocres de plantão e ambos seguem de braços dados experimentando religiosidade fútil e meritória, barganhando a todo momento com Deus. Por ser uma religiosidade descaracterizada da adoração sincera, mais cedo ou mais tarde o castelo de cartas desmorona deixando feridas abertas pelo caminho”.

 

            A clássica

            Há ainda outra situação, a clássica, deprimente, em que tal modalidade de pecado acontece: toda vez que se quer literalmente meter a mão no bolso da relutante congregação. O clichê, redundâncias a parte, sempre se repete e inicia-se mais ou menos assim: “Deus não precisa de dinheiro” ... “eu não vim aqui buscar dinheiro”... e continua lembrando aos desavisados membros que na ocasião dos votos batismais ele se comprometeu a manter a igreja com seus recursos. Via de regra termina com a alegação mais contundente da paróquia: “A sua obrigação é dar, devolver, ofertar, dizimar. O vai ser feito dali para frente com os recursos auferidos não é de sua responsabilidade”. Será?

 

 

            Até onde vai a responsabilidade

            Antes que você me pergunte se tal afirmação procede, prefiro que você tire suas próprias conclusões. Por isso, sinceramente responda-me:

            Se um piromaníaco contumaz e inveterado chega para você e alegando estar devidamente curado de sua insanidade, suplica-lhe por apenas uma caixa de fósforos. Você ingenuamente acreditando dá a ele o tão sonhado objeto de desejo. E ele o que faz? Sai por aí colocando fogo em tudo que encontra pela frente.  E aí, ainda que indiretamente, você é ou não responsável pelos delitos cometidos?

            Um velho adágio popular reza que “os nossos direitos terminam onde começam os direitos dos outros”; perfeito. Acontece que não estamos tratando de direitos e sim de deveres, de obrigações, de responsabilidades.

 

            Conclusão

            Como membro, colaborador, associado, seja lá o nome como você é chamado em sua comunidade, igreja ou congregação; saiba que você tem todo o direito de protestar quando perceber que as coisas não estão acontecendo segundo o “assim diz o Senhor”, inclusive quando os recursos auferidos não estiverem sendo utilizados de maneira correta.

            Você pode não ser responsável direto, mas é corresponsável, é conivente sim! E conivência, conforme afirma a mensagem, é pecado!

 

 

 

 

 

 

 

© Nelson Teixeira Santos