“Eles [os profissionais do marketing] procuram nos convencer de que, além das necessidades humanas básicas de ar, água, alimento e abrigo, todos nós temos uma quinta necessidade humana: a necessidade de novidade, a necessidade ao longo da vida de uma contínua variedade de estímulos externos aos nossos olhos, ouvidos, sentidos ou órgãos, e a toda a nossa rede nervosa. E a maioria esmagadora de nós, inclusive as pessoas de fé, parece ter entrado na onda dessa propaganda. Nessa busca constante de novidades, aceitamos a alegação mcmundiana de que os luxos de ontem são as necessidades de hoje. Não é de admirar que sucumbamos. Ao longo de cada período de 24 horas somos atacados por uma média de três mil mensagens que procuram nos convencer de que ficamos “por fora” se não comprarmos a mais recente novidade. ...
“ E há ainda também muitas outras coisas que Jesus fez, as quais, se cada uma fosse escrita, eu suponho que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que seriam escritos. Amém ” (João 21:25 – BKJ). Introdução O teólogo J.M. Price afirma que: “Jesus viu no ensino a gloriosa oportunidade de formar os ideais, as atitudes e a conduta do povo em geral. Ele não se distinguiu primeiramente como orador, como reformador, nem como chefe, e, sim, como mestre. Vemos perfeitamente que ele não pertenceu à classe dos escribas e rabinos que interpretavam minuciosamente a Lei. Não. Ele ensinou. De forma alguma se distinguiu ele como agitador da massa popular. Não comprometeu sua Causa com apelos em reuniões populares, com práticas ritualistas, ou com manobras políticas, não. Ele confiou sua Causa aos prolongados ...